centros de convivência

Centros de convivência: conheça essa tendência para postos

Seguindo o mesmo caminho de outros países como os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, os postos de combustíveis brasileiros estão se transformando em centros de convivência.

Com uma oferta de serviços diversificada, esse modelo de negócios explora muito bem a distribuição geográfica e o alto volume de clientes que abastecem seus veículos em postos e buscam por praticidade na hora de fazer suas compras.

Neste artigo, explicaremos melhor essa tendência e por que a transformação de postos em centros de conveniência é uma evolução importante nesse mercado. Confira!

Crescimento, mesmo na crise

Em 2016, em meio à crise econômica e política no Brasil, o varejo encolheu 6,2% em relação ao ano anterior: 108,7 mil lojas fecharam as portas. O ano acabou com 12 milhões de brasileiros desempregados e um PIB 3,6% menor que o de 2015.

Mas mesmo com esse cenário econômico pessimista, o avanço das lojas de conveniência não freou, tamanha a força dessa tendência. Foi um aumento de 10,8% no faturamento e 4% no número de lojas, segundo dados do anuário do Sindicom, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes.

Uma das principais razões para esse crescimento do setor está relacionada ao perfil do consumidor moderno. Em busca de mais agilidade e praticidade nas suas compras, além de qualidade nos produtos e um atendimento cordial, o público encontrou nos centros de conveniência uma forma de fazer compras que atenda suas demandas e rotinas.

Ainda segundo os dados do Sindicom, o ticket médio (o quanto é gasto em cada compra) registrou alta de 7,3% em 2016, quando comparado aos resultados de 2015. Isso significa que os clientes estão encontrando ofertas adequadas e gastando mais a cada visita em lojas de conveniência.

Concorrência pelos centros de convivência intensificada

Junto do crescimento de lojas de conveniência, cresce também a concorrência no setor. Atentos para os movimentos do mercado, grandes redes varejistas estão investindo em versões de mercados de proximidade, que são lojas que não estão atreladas aos postos de combustíveis.

Nomes como Carrefour Express, Minimercado Extra e Minuto Pão de Açúcar devem ficar mais comuns nos próximos anos, já que existem planos ousados de expansão dessas “versões miniaturizadas” de hipermercados.

Por outro lado, empresas de outros setores já enxergam como oportunidade oferecer o conjunto completo, que é a associação do posto com o espaço de conveniência.

O maior exemplo disso veio do grupo Habib’s, que inaugurou, em outubro de 2017, seu primeiro posto de combustíveis atrelado a uma loja de conveniência (que carrega a mesma marca do grupo) e um restaurante Ragazzo, que também faz parte da companhia.

O centro de convivência inaugurado pelo grupo Habib’s funciona 24h em São Paulo, mas apesar do caráter de teste deste primeiro empreendimento, é claro que a empresa busca avançar sobre esse mercado tão promissor e pouco explorado.

Guia completo de criação de metas em postos

Centros de convivência são uma tendência global

Dos 41.626 postos de combustíveis registrados no Brasil em 2016, apenas 7.665 deles contam com lojas de conveniência integrada. Isso significa que apenas 18% dos postos estão explorando a oportunidade de maximizar o ticket médio dos seus empreendimentos oferecendo mais do que o básico, segundo dados do Sindicom.

Em mercados mais desenvolvidos, esses números são bem diferentes: 95% dos postos da Austrália contam com loja de conveniência, uma penetração de mercado bem mais significativa. Na prática, existe uma loja em posto para cada 3.821 habitantes do país. No Brasil, é uma loja em posto por 27.041 pessoas.

Campeões no número absoluto de lojas de conveniência em postos com 123.807 no total, os Estados Unidos também são um exemplo do sucesso desse modelo de empreendimento. Lá, 80% dos postos de combustíveis contam com uma loja de conveniência, uma para cada 2.625 habitantes do país.

E na América do Sul também existem bons exemplos da penetração de lojas de conveniência em postos: Uruguai e Argentina possuem, respectivamente, 89% e 75% dos seus postos equipados com lojas de conveniência.

Em todos os países em que o mercado de lojas de conveniência está amadurecido, existe um movimento visível de transformação de postos em centros de convivência, com a presença de grandes redes de fast food e outros serviços, como lavanderia e cabeleireiros.

Oportunidade para postos de combustíveis

No varejo, o consumidor deve ser sempre o centro da estratégia de negócios e é importante buscar soluções que atendam suas demandas. A tendência dos centros de convivência em postos é uma forma de valorizar o tempo dos clientes ao oferecer produtos e serviços significativos para eles.

Existe hoje para o mercado de conveniência uma ferramenta que potencializa e oferece agilidade, tanto para o revendedor como para o cliente, que pode efetuar e pagar seu pedido de dentro do carro, na pista, sendo necessário apenas o uso de um tablet pelo frentista. Para os clientes que prezam pela agilidade, a ferramenta é um drive-thru na pista.

Os dados de crescimento do setor de conveniência no Brasil são bem positivos, mas, quando comparados com os de outros países, revelam que existe uma grande oportunidade ainda a ser explorada.

O formato de centros de conveniência deve crescer consideravelmente nos próximos anos e, ainda que exista um movimento de grandes varejistas para abocanhar parte desse mercado, os postos de combustíveis estão em uma posição privilegiada, graças à capilaridade desse tipo de empreendimento e relativa facilidade de implementar esses espaços junto à estrutura já existente.

Esse amadurecimento também deve ser percebido em postos que já contam com lojas de conveniência mais simples, que ainda não oferecem toda a gama de serviços possíveis em um centro de convivência.

A tendência é que, considerando a busca do consumidor por mais comodidade, novos serviços ampliem as possibilidade de compra nos postos de combustíveis. Hoje, os setores de tabacaria e bebidas alcoólicas representam boa parte das vendas nesses espaços, seguidos pelas bebidas não alcoólicas e bomboniere.

No entanto, segundo o anuário da Sindicom, o food service, restaurantes e lanchonetes em espaços de conveniência dos postos, cresceu significativamente e hoje já representa uma participação de 15,4% no faturamento das lojas.

Com iniciativas como a do Habib’s, a tendência é que a oferta se aproxime mais da dos Estados Unidos, onde os postos de combustíveis muitas vezes contam com fast foods anexos, especialmente nas estradas.

E você, quer aproveitar essa tendência e lucrar mais com um centro de convivência em um posto de combustíveis? Converse com a gente e descubra como!


setor de revenda em Guadalajara

O que vi sobre o setor de revenda em Guadalajara

Após a NACS Show 2017 em Chicago, fui ao México para me reunir com alguns possíveis representantes ClubPetro daquele país. Cheguei 2 dias antes da reunião e visitei diversos postos, conversei com revendedores, frentistas, motoristas e também com alguns consultores do ramo. Neste post conto o que vi sobre o setor de revenda em Guadalajara.

O México abriu o mercado recentemente, em janeiro último. Até então todos os postos tinham a bandeira PEMEX, estatal mexicana. O número de postos é bem reduzido em relação ao Brasil, são 12.000 postos em território mexicano, enquanto no Brasil esse número sobe para 42.000. Mesmo com a abertura do mercado mexicano, 11.000 postos são bandeirados da PEMEX. Os postos no México têm em média 491m3 de vendas mensais, enquanto no Brasil temos 182m3 e o preço de bomba no México estava por volta de R$3,70 o litro da gasolina.

Apesar de o mercado ter sido aberto há 11 meses, as novas distribuidoras ainda não possuem tanques de armazenamento de combustível, portanto compram 100% da PEMEX, e não conseguem ainda oferecer grandes benefícios aos revendedores. Os postos são bem parecidos com os brasileiros: frentistas, estrutura bem semelhante e loja de conveniência que na maioria das vezes possui a marca Oxxo, da Femsa.

Foi um choque ouvir de diversas pessoas do setor que no México as fraudes em postos de combustíveis são comuns, chegando a 80% dos postos. O volume comprado não é entregue em sua totalidade, sendo comum de 5% a 7% do volume comprado. Possuem equipamentos nas bombas para lesar o consumidor, que sabe desse esquema de fraude e, portanto, não confia nos postos. O governo cria diversas barreiras e regras para tentar impedir isso, mas mesmo assim a cada dia inventam uma nova solução para burlar a fiscalização. São especialistas nisso.

No México, o Cartel, como organização criminosa, ligado ao narcotráfico, é bastante atuante e muitos motoristas, principalmente de cidades menores, me relataram que compram o combustível diretamente deles, já que são lesados pelos revendedores na maioria das vezes e que, inclusive, recebem o produto em casa.É estranho para o brasileiro entender isso, ainda mais quando os mexicanos falam que preferem o cartel ao governo, pois eles os protegem e os auxiliam com produtos com menores custos.

Confesso que voltei com saudades do Brasil, que apesar de todos os problemas do setor, está ainda muito a frente do México na revenda de combustíveis.

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transporte terceirizado de combustíveis

6 cuidados ao optar por transporte terceirizado de combustíveis

Sabemos o quão importante o transporte rodoviário é para a economia de nosso país. Como a maioria das movimentações de pessoas, cargas e combustíveis acontece por ele, é essencial utilizar práticas e estratégias que favoreçam o seu desempenho. De nada adianta realizar um frete dentro do prazo, se ele não está de acordo com as questões ambientais. Portanto, um revendedor precisa ter muito cuidado ao contratar uma empresa de transporte terceirizado de combustíveis.

Nessas horas, alguns profissionais ficam com dúvidas em relação às responsabilidades e melhores práticas sobre esse assunto. Qualquer atitude equivocada pode colocar o futuro de sua gestão em risco.

Por isso, neste post, você vai aprender seis importantes cuidados a serem levados em consideração nas suas decisões. Tenha muita atenção em sua leitura e tire suas dúvidas!

Os tipos de contratação de frete

O contrato de um frete deve ser realizado de acordo com as necessidades e objetivos da empresa, levando em consideração a segurança e o preço cobrado. Existem dois tipos de serviços amplamente utilizados no mercado:

  • frete CIF (Cost, Insurance and Freight): modalidade em que o fornecedor é responsável por todos os riscos e custos com a entrega do combustível. Pode ser um pouco mais caro, mas é muito mais seguro e cômodo;
  • frete FOB (Free On Board): situação em que o comprador se responsabiliza por todos os riscos e custos da entrega. Mesmo que haja a terceirização do serviço, a empresa ainda tem todas as responsabilidades.

O frete CIF é a opção mais adotada. Isso acontece, pois a responsabilidade só passa a ser do posto a partir da entrega do combustível no tanque. Antes disso, a distribuidora contratada é responsável por todos os procedimentos.

As consequências dos acidentes ambientais

A preservação da natureza é uma obrigação de todos. O uso dos recursos naturais de forma indevida coloca em risco o futuro das próximas gerações e deve ser combatido de qualquer maneira.

O vazamento de combustíveis tem como principal consequência a contaminação do solo e das águas subterrâneas. Seus componentes químicos alteram as propriedades do subsolo e dos aquíferos, podendo comprometer a fonte de abastecimento de inúmeras pessoas.

Esses casos são caracterizados como crimes ambientais e são autuados segundo a Lei dos Crime Ambientais de 1998. Suas multas variam muito e alcançam cifras altíssimas.

Como o revendedor é corresponsável pelo transporte, a escolha de uma empresa para realizar o transporte terceirizado deve ser feita com muita cautela. Não se esqueça de que planos de recuperação dos danos causados ainda podem ser aplicados, tornando mais grave a situação de seu orçamento financeiro.

Veja, agora, seis práticas que melhoram a sua gestão, garantem ótimos resultados e respeitam a natureza.

1. Treinamento de funcionários

Os funcionários são também responsáveis pela garantia de uma boa performance do estabelecimento. Independentemente do ramo de atuação, eles precisam ser treinados e orientados da melhor maneira possível. Como os acidentes no transporte rodoviário, na maioria dos casos, acontecem por falhas humanas, qualquer prática que reduza esses números deve ser utilizada o quanto antes.

Os treinamentos mantém os motoristas e todos os outros funcionários atualizados com o que há de mais moderno e eficiente no mercado. Além de trazer mais segurança para o transporte de combustíveis, eles também favorecem o aumento da proteção da carga e do meio ambiente.

Com colaboradores bem preparados, é possível superar metas e vencer obstáculos com mais facilidade.

2. Conhecimento sobre as leis ambientais

A legislação ambiental brasileira é uma das mais rígidas e completas do mundo. Entretanto, alguns empreendimentos ainda buscam maneira de burlá-la, e isso traz péssimas consequências para a nossa sociedade. Desse modo, você deve conhecer todas as leis, normas e regras que regulamentam esse setor. Abaixo, citamos alguns de seus exemplos:

  • Resolução 420/04 da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) – Instruções complementares ao regulamento do transporte terrestre de produtos perigosos;
  • Decreto 1.832/96 – Regulamento dos transportes ferroviários;
  • Resolução 273/00 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA);
  • NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos;
  • NBR 7501 – Transporte terrestre de produtos perigosos – Terminologia;
  • NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergência no transporte terrestre de produtos perigosos.

Um único passo para aumentar as vendas do seu posto!

3. Uso de novas tecnologias

Os avanços tecnológicos mudaram a maneira como as empresas interagem com clientes, parceiros, fornecedores e concorrentes, e não poderia ser diferente para o transporte terceirizado. Já que o mercado consumidor está cada vez mais competitivo, é muito importante atualizar os equipamentos e as frotas utilizadas em suas atividades.

Por exemplo, o rastreamento em tempo real é obrigatório e faz com que a empresa tenha controle sobre a movimentação de seus combustíveis. Dessa forma, é possível determinar a melhor rota a ser percorrida e acompanhar o andamento das operações. Lembre-se também de que isso facilita a solução de problemas que atrapalham o desempenho dos motoristas, como acidentes nas pistas.

4. Histórico no mercado

Escolher uma transportadora terceirizada pode não parecer uma tarefa fácil. Mas ao tomar medidas prudentes e eficientes, você garante o sucesso do seu posto. Então, analise muito bem quais são as opções disponíveis no mercado.

Nessas horas, leve em consideração os objetivos de sua empresa, o preço cobrado e o histórico operacional. Ofertas com um preço inferior ao cobrado no mercado, na maioria dos casos, evidenciam a má qualidade na prestação de serviço. Fique muito atento para fugir dessas situações e evitar problemas em sua gestão.

5. Análise de riscos

Os produtos perigosos são compostos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que apresentam características físico-químicas que trazem riscos ao meio ambiente e às pessoas. Eles são classificados da seguinte maneira:

  • Classe 1 – Explosivos;
  • Classe 2 – Gases;
  • Classe 3 – Líquidos inflamáveis;
  • Classe 4 – Sólidos inflamáveis, substâncias sujeitas a combustão espontânea, substâncias que em contato com a água emitem gases inflamáveis;
  • Classe 5 – Substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos
  • Classe 6 – Substâncias tóxicas e infectantes;
  • Classe 7 – Materiais radioativos;
  • Classe 8 – Substâncias corrosivas;
  • Classe 9 – Substâncias e artigos perigosos diversos.

A condução de cada um deles só pode ser realizada se antes for feita uma análise de riscos. Ela deve ser fundamentada nos danos e nos impactos ambientais que os problemas em seu transporte podem acarretar.

Nessas horas, é muito importante identificar e discutir todas as possibilidades de acidentes, a fim de criar um plano de ações focado na segurança de todos.

Existem vários tipos de seguro para garantir a estabilidade em sua gestão. Como imprevistos acontecem quando menos se espera, é fundamental estar preparado para solucioná-los. Os seguros podem ser das seguintes classificações:

  • seguro de vida dos motoristas;
  • seguro ambiental;
  • seguro de incêndio, raio e explosão;
  • seguro de carga;
  • seguro transportador.

Este último cobre os danos materiais que acontecem durante o transporte de bens e produtos causados por colisões, capotagens, tombamentos e explosão do veículo transportador. Além do mais, todos eles garantem a segurança no transporte de combustíveis, já que a falta de seguro deixa o revendedor desprotegido.

6. Cuidados com os trabalhadores

O transportador tem que entregar todo mês o extrato de pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do motorista e de todos os outros encargos sociais, como o INSS. A conferência desses extratos é fundamental para deixar o Posto de Combustível isento de problemas trabalhistas que poderiam respingar sobre a empresa caso a transportadora não cumpra suas obrigações trabalhistas. Além disso, os salários dos motoristas devem ser pagos de maneira correta.

A revisão dos caminhões, os processos de manutenções e as aferições do Inmetro garantem a prestação de um serviço de qualidade e com muito segurança.

O transporte terceirizado de combustíveis tem grande importância no desempenho de um posto. Trabalhar com uma empresa qualificada e eficiente garante o sucesso do negócio sem que danos sejam causados à natureza. Então, conheça as suas responsabilidades e saiba cobrar um serviço de qualidade de seus parceiros de trabalho.

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endomarketing via whatsapp

Endomarketing via WhatsApp

Um dos maiores desafios para mim, que ainda não tenho estrutura e tamanho para ter setores  direcionados como o de RH, e concentro quase que 100% das funções do posto em duas pessoas só, sendo eu uma delas, era conseguir um contato mais vívido com meus colaboradores, um endomarketing, para que dia a dia a cultura da empresa, e as informações fossem veiculadas e assimiladas com mais facilidade.

Fique em uma fila de um banco, ou na sala de espera de um aeroporto, e provavelmente 80% das pessoas estarão com seus celulares em mãos e olhos vidrados apenas nele. É um fato que não cabe a nós definir como certo ou errado, mas sim utilizar acessório que já se integrou na vida das pessoas, da melhor maneira possível.

No começo me questionei muito sobre a capacidade de utilizar uma ferramenta de comunicação para um contato mais direto com meus colaboradores, mas acabei me rendendo a ela. Por ser algo extremamente novo no meu cenário, tive que ter alguma cautela, mas acho que tem dado resultado. A ferramenta que tanto digo é o aplicativo para troca de mensagens instantâneas, o conhecidíssimo whatsapp, ou puramente: zap.

Algo que olhamos constantemente, várias vezes ao dia, às vezes até mesmo antes de levantar da cama, e só deixamos de lado alguns segundos antes de dormir, pode ter alguma função útil para o nosso negócio. Parece até contraditório, já que exigimos dos nossos colaboradores que não portem os celulares na pista, mas se bem negociado e informado, consegue-se um resultado satisfatório.

Anunciei que me comunicaria por essa ferramenta, pelo próprio whatsapp. Criei uma lista de transmissão (não grupo, jamais grupo) com todos os colaboradores em um número de telefone secundário que tenho para uso interno da empresa e gravei um vídeo simples informando que a partir daquele momento, algumas das informações seriam passadas exclusivamente por lá, e que existiam algumas regras para continuarmos nessa dinâmica, e uma delas seria que, em momento algum deveriam usar os celulares na pista (reforçando o já combinado desde sempre), mesmo com a justificativa de que se estava checando informações da empresa.

Obviamente não são todas as informações que eu passo pela lista de transmissão, e ela também não me eximiu de conversas cara a cara, nem de reuniões periódicas (inclusive me valho dessa lista para marcar e confirmar reuniões).

Creio ter dado certo, e hoje em dia tenho um compromisso quase que diário de passar informações para manter o colaborador sempre engajado. Caso não tenha algum assunto específico, compartilho alguma frase ou vídeo motivacional que vi em outro lugar, além de informações do nosso setor, para que as pessoas que ficam no front da empresa não sejam alienadas apenas pelas
informações que veem na mídia tradicional.

Tenho feedbacks constantes, e quando algum colaborador por ventura troca o número do celular, a primeira coisa que faz é me avisar para ser novamente inserido na lista. Qualquer ferramenta que se use pode ser benéfica ou maléfica, para ter o melhor resultado possível é necessário entender a sua finalidade, e a minha é estar mais próximo dos meus colaboradores, passando informações de maneira sempre profissional, e educada, sem denegrir nem expor ninguém, e venho tendo bons resultados com isso.

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Guia completo de criação de metas em postos


vale a pena receber pagamento em cartão frotista

Será que vale a pena receber pagamentos em cartão frotista?

Não existem dúvidas de que, para quem compra, o cartão frotista é uma excelente vantagem. Muitas empresas utilizam esse recurso para facilitar a gestão de frotas e negociar preços mais vantajosos em abastecimentos, manutenções e reparos de peças. Para os motoristas, dispensa a necessidade de carregar dinheiro vivo e traz mais praticidade.

Mas será que, para quem vende, é interessante receber esse método de pagamento? Além das taxas envolvidas, existem outros custos associados que podem se acumular e colocar em xeque as principais vantagens em aceitar o cartão frotista.

Neste artigo, examinaremos melhor o cartão frotista, detalhando quais as vantagens para clientes e postos de combustíveis, assim como as principais desvantagens e os cuidados que devem ser tomados ao aceitar essa forma de pagamento. Boa leitura!

As vantagens do cartão frotista

O cartão frotista é diferente de um cartão de crédito ou débito normal. Ele normalmente é entregue para motoristas de empresas que tenham uma frota considerável de veículos ou, em alguns casos, fornecidos por montadoras para os seus melhores clientes, como é o caso do MercedesServiceCard, da Mercedes-Benz.

As vantagens do cartão frotista são claras: as empresas conseguem facilitar sua gestão de frotas concentrando os gastos com abastecimento nesse meio de pagamento e podendo avaliar, inclusive, o consumo individual de cada veículo. Além disso, conseguem negociar vantagens no pagamento com as redes de postos de combustíveis que aceitam essa forma de pagamento.

Também vale destacar que alguns desses cartões estendem seus benefícios para além do reabastecimento, podendo ser usados como forma de pagamento para manutenções em oficinas e troca ou aquisição de peças para os veículos.

Para o dono de posto de combustíveis, a principal vantagem em aceitar um cartão frotista é aumentar o fluxo de clientes recorrentes e fiéis, que vão sempre abastecer onde os seus cartões são aceitos. Logo, a aceitação do cartão frotista é como um programa de fidelidade, mas com alguns asteriscos.

As desvantagens do cartão frotista

Para começar a aceitar o cartão frotista, o posto deve fechar contrato com a empresa que fornece o meio de pagamento. Nesse acordo, ele precisa arcar com algumas taxas e com as condições impostas pela operadora, que nem sempre são vantajosas para quem vende o combustível.

Alguns dos principais custos extras aqui envolvem a máquina que será utilizada para aceitar os cartões. Ela deve ser alugada pela fornecedora do cartão e os valores costumam ser altos. Para ter certeza de que vale a pena o investimento, é recomendável considerar o faturamento previsto com a adesão e diluir os gastos com o aluguel nas vendas.

Também são considerados custos com a máquina de cartão o frete para o envio e as taxas que serão cobradas para transferir os valores pagos com o cartão frotista para a conta do posto. E um risco que deve ser avaliado é o preço declarado do equipamento consignado na nota fiscal: geralmente, é um valor alto que, em caso de danos ou perda, tem de ser pago pelo posto.

Outro cuidado que se deve tomar antes de aderir ao cartão frotista é o tempo de contrato: se por alguma razão o empreendedor mudar de ideia e desistir desse meio de pagamento, precisará pagar uma multa ou esperar alguns meses até o contrato expirar.

E vale a pena destacar que, por mais que exista uma certa fidelização ao aceitar o cartão frotista, ela não é ligada diretamente ao posto onde o cliente reabastecerá, mas, sim, à toda a rede credenciada. Logo, não existe uma garantia de que o consumidor terá um posto de combustíveis como preferência.

Um único passo para aumentar as vendas do seu posto!

As vantagens de um programa de benefícios próprio

Quando as vantagens e desvantagens em aceitar o cartão frotista são colocadas lado a lado, fica bem claro que ele é especialmente vantajoso para as operadoras que comercializam esse produto, mas nem tanto para os postos de combustíveis.

Para valer a pena, o aumento de demanda deve ser bem expressivo, a ponto de anular as taxas e os custos com a implementação do meio de pagamento e quaisquer outras dores de cabeça envolvidas.

Por outro lado, é interessante para um posto fidelizar seus clientes ao aderir a uma forma de pagamento cômoda para eles, que entrega vantagens significativas. E é inegável que a aceitação abre portas com os frotistas, que são um tipo de cliente bem especial para o negócio.

Mas existe uma alternativa para quem quer ter todas as vantagens concedidas pelo cartão frotista, mas não está disposto a tolerar as desvantagens impostas pelas operadoras: a criação de um programa próprio de benefícios.

Criar um programa de fidelidade é algo que seria ousado demais há alguns anos, mas, com as novas tecnologias digitais, já existem ferramentas que facilitam essa tarefa, permitindo que os postos aumentem a recorrência e, com isso, ampliem a receita.

Com um programa de fidelidade próprio, o empreendedor consegue fidelizar o cliente ao seu posto e não às grandes redes distribuidoras. Como não existirão taxas e custos tão elevados para a implementação, é possível disponibilizar benefícios mais vantajosos para o cliente final com custos menores.

Outra vantagem em ter um programa de fidelidade próprio é que os contatos e os clientes conquistados pertencerão ao posto, e não a uma rede maior. Com essas informações valiosas, o posto pode divulgar ofertas relevantes diretamente aos seus clientes mais fiéis, sem precisar de intermediários no processo.

Por mais vantajosa que possa parecer a fidelização obtida ao aceitar um cartão frotista, ela não será tão próxima e exclusiva como aquela que um programa próprio de benefícios é capaz de proporcionar.

Para quem está na dúvida sobre aceitar ou não o cartão frotista, a dica é colocar no papel todas as vantagens que o empreendimento teria com esse meio de pagamento e também todas as desvantagens, com os valores financeiros que envolverão cada uma delas.

Compare as duas listas e, se possível, veja qual seria o custo e as possibilidades de um programa de fidelidade próprio como alternativa.

Para auxiliar nessa decisão entre o cartão frotista e um programa de fidelidade exclusivo, entre em contato com o ClubPetro e descubra mais sobre essa opção!


EPC e EPI para postos de combustível, você sabe qual a diferença entre eles?

EPC e EPI para postos de combustível, você sabe qual a diferença entre eles?

A segurança dos funcionários é um dos aspectos mais importantes em uma empresa. Em postos de combustível, é essencial que os colaboradores sigam procedimentos para evitar ao máximo os acidentes. Nesse sentido, é recomendado explicar qual é a diferença entre EPC (Equipamento de Proteção Coletiva) e EPI (Equipamento de Proteção Individual).

Atualmente, o uso dos equipamentos de proteção coletiva e dos de proteção individual não deve ser visto apenas como uma forma de obedecer à legislação. Essa iniciativa é também uma maneira de proporcionar aos empregados mais qualidade de vida.

Preservar a saúde dos funcionários mostra que a organização se preocupa em respeitá-los e valorizá-los, o que influencia positivamente no ambiente de trabalho.

Neste post, vamos abordar as características dos EPCs e EPIs, a importância deles para as empresas e ações que conscientizam os colaboradores a utilizá-los durante os serviços. Confira!

Entenda qual é a diferença entre EPC e EPI

Para você compreender a finalidade e as diferenças entre esses dois tipos de equipamentos, a dica é ler a definição e o uso de cada um deles. Acompanhe!

O que são os EPCs?

Os EPCs são recursos voltados para evitar acidentes de um conjunto de funcionários e de terceiros que possam estar em uma empresa. Os mais utilizados são:

  • alertas luminosos;
  • barreiras para minimizar efeitos da radiação;
  • cones e correntes (responsáveis por delimitar espaços);
  • corrimãos;
  • faixa de segurança;
  • grades para contenção;
  • placas indicando perigo e caminhos mais seguros.

Também pode ser considerado um EPC uma cerca que fica ao redor de uma máquina, caso ela seja removida somente por meio de ferramentas. Essa medida tem como foco impedir que pessoas não autorizadas acessem locais onde há risco de acidentes.

O que são EPIs?

Os EPIs devem ser usados por todos funcionários. Isso significa que cada colaborador deve ter um recurso destinado para ser utilizado de forma exclusiva, se a atividade exigir esse item de segurança.

Há vários tipos de EPIs, por exemplo:

  • abafadores;
  • capacete;
  • coletes;
  • óculos;
  • luvas;
  • máscaras.

Você já deve ter percebido que os frentistas de um posto estão normalmente com calças e botas. A utilização desses dispositivos é uma maneira de proporcionar mais segurança aos colaboradores.

De acordo com a Norma Regulamentadora 06 (NR-6), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as empresas devem fornecer aos colaboradores EPIs bem conservados e aptos para o uso.

Os equipamentos são necessários em situações, como:

  • ações de ordem coletiva que têm probabilidade de acidentes de trabalho ou de doenças profissionais;
  • durante a implantação de medidas de proteção coletiva;
  • casos de emergência.

A NR-6 estabelece algumas responsabilidades do empregador em relação ao EPI, por exemplo:

  • ter equipamentos adequados ao risco de cada serviço;
  • exigir que os funcionários utilizem os dispositivos entregues;
  • fornecer apenas os EPIs aprovados pelo órgão nacional com competência no segmento de segurança e saúde do trabalho;
  • fazer a substituição de equipamento danificado ou extraviado;
  • realizar a limpeza e a manutenção dos dispositivos;
  • e registrar a entrega do recurso ao empregado por meio de livros, fichas ou sistema eletrônico.

A Norma Regulamentadora 06 exige que um empregado em relação ao EPI adote os seguintes procedimentos:

  • usar os recursos somente para a finalidade destinada;
  • ser responsável pela guarda e conservação;
  • informar ao empregador quando o equipamento está impróprio para uso;
  • e obedecer às regras para a utilização adequada.

Em setembro de 2016, foi publicada a Portaria 1.109, que aborda os procedimentos adotados para evitar danos aos frentistas diante da exposição ao benzeno. Esse item foi incorporado à Norma Regulamentadora (NR 09).

A portaria prevê que os postos de combustível devem manter em local de fácil acesso aos trabalhadores as fichas com dados sobre as formas de prevenção ao contato com produtos químicos. É importante que essa ficha seja assinada pelos empregados quando recebem e devolvem os equipamentos de proteção.

Para manter a saúde dos frentistas, a legislação estabelece que é necessário o uso de máscara com filtros. A substituição desse equipamento deve obedecer às orientações do fabricante e da Instrução Normativa 01/1994, do MTE, que criou o Programa de Proteção Respiratória (PPR).

Veja a importância do EPC e do EPI para as organizações

A legislação exige que as empresas tenham uma série de ações que priorizem a segurança e o bem-estar dos colaboradores. Nesse cenário, a utilização dos EPCs e dos EPIs é crucial para uma organização seguir as regras e evitar multas.

Além disso, contar com esses dispositivos é uma maneira de um posto de combustível, por exemplo, mostrar que tem como foco garantir as condições de trabalho ideais para os seus colaboradores.

Com essa postura, a empresa tem possibilidades de contar com funcionários mais produtivos, o que é muito bom para o andamento dos negócios. Evitar acidentes de trabalho é importante também para fortalecer a imagem da organização com o público interno e externo.

À medida que uma empresa tem um elevado nível de segurança, menores são os riscos de afastamento dos colaboradores. Isso mostra que investir em EPCs e em EPIs é uma decisão inteligente para a continuidade dos serviços e para obter resultados mais consistentes.

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Saiba como motivar os empregados a usarem EPCs e EPIs

Não basta somente informar aos funcionários de um posto de combustível que é necessário usar os equipamentos de segurança para evitar acidentes e seguir a legislação. O ideal é fazer um trabalho de conscientização para que os EPCs e EPIs sejam plenamente adotados pelos colaboradores.

Pensando nisso, o recomendado é colocar em prática uma série de iniciativas, que serão destacadas a seguir.

Campanhas

As campanhas educativas são uma boa opção para mostrar aos empregados os benefícios de usar os equipamentos de segurança.

Nessas atividades, promova palestras, distribua panfletos com um conteúdo bem simples e objetivo e use os veículos de comunicação interna para divulgar mensagens sobre como a segurança é importante no ambiente de trabalho.

Treinamentos

Receber informações úteis sobre as vantagens do EPCs e dos EPIs contribui para conscientizar o empregado. Para essa ação ter resultados ainda melhores, uma empresa deve investir em treinamentos.

Assim será mais fácil explicar para os colaboradores o uso correto dos equipamentos de segurança. Isso vai ajudá-los a entender como esses recursos são vitais para evitar acidentes.

Equipamentos de boa qualidade

Que impressão um funcionário teria ao receber um equipamento que não está em um bom estado de conservação? Provavelmente, ele não ficaria interessado em utilizar o dispositivo e poderia até se sentir desrespeitado pelo empregador.

Caso deseje que o seu posto tenha prestígio no mercado, invista em recursos que aumentem o nível de segurança dos seus colaboradores. Com certeza, funcionários devidamente valorizados ficam mais engajados, ajudam a melhorar a qualidade do atendimento e a aumentar as vendas.

Agora você já sabe qual é a diferença entre EPC e EPI. A aquisição de conhecimento para dar mais qualidade de vida aos empregados deve ser uma prioridade em qualquer setor. Por isso, siga agora mesmo as nosso perfis no Facebook e no LinkedIn. Saiba que estar informado é um ótimo negócio!


o que vi em uma visita a um posto em Chicago

O que vi em um posto de combustível em Chicago

No texto anterior falei sobre a minha visão de revendedor da NACS Show 2017.
Em Chicago fiz uma visita a um posto de combustível no centro da metrópole, era uma sexta-feira, início da noite, dia e horário de muito movimento.

A primeira impressão era de um posto normal bem similar aos postos no Brasil: quatro ilhas, bombas sêxtuplas e cobertura 14×14 com uma loja de conveniência.

Ao observar mais atentamente vamos notando as diferenças em relação ao Brasil:

– Não há frentistas, é o próprio cliente quem abastece, independente do modelo de carro ou classe social.
– O pagamento por cartão de crédito é feito direto na bomba, que então libera o abastecimento. Na bomba um painel de led informa as promoções do programa de fidelidade do posto; além de bombas próprias para abastecimento por pessoas com necessidades especiais.
– O valor da gasolina varia de acordo com a octanagem. Quando fui estava U$$ 2,99 o galão, ou seja R$ 9,80 por galão (R$ 2,72 por litro).
– A loja de conveniência era muito pequena, aproximadamente uns 12m de largura por 3m de profundidade, amontoada de produtos, snacks, bebidas, lubrificantes e ao fundo um caixa rápido ATM. Na loja, apenas um funcionário, no caixa.
CEO e Co-fundador do ClubPetro Fidelidade

Ebook Gratuito: Conheça as Ferramentas do ClubPetro e quais problemas elas resolvem

Nós brasileiros ficamos impressionados como o americano é produtivo, possui somente um funcionário trabalhando às 19h de uma sexta-feira, com o posto movimentado e a loja de conveniência cheia. Como pode isso?

Primeiro a cultura self-service, nos EUA todos aprendem desde cedo a se virarem, o americano abastece o próprio carro, o lava no carwash, calibra seu pneu, pega as bebidas e comidas na loja e vai ao caixa pagar. Muitas vezes o caixa também é self service, mas a cultura deles é de honestidade, não se preocupam muito com fraudes de alguns clientes, pois o custo de funcionários vigiando pode ser muito maior do que pequenas perdas com alguns desonestos.

A presença de um caixa rápido ATM dentro da loja também me fez lembrar que isso esta cada dia mais difícil de encontrar no Brasil, onde os revendedores por medo de explosões de um caixa rápido dentro da loja, estão retirando essa comodidade do cliente.

Enfim, já que não podemos ter self-service de combustíveis nos postos brasileiros creio que vale a pena aprendermos muito sobre gerenciamento de loja de conveniência nos EUA. Enquanto lá a média é de 80% dos postos com conveniência, aqui no Brasil temos somente 15%.

Diante desse cenário de oportunidades no Brasil o Clubpetro criou o app nitrosell , que cria um drive trhu na pista do posto de combustível. O frentista entrega o tablet ao motorista que enquanto abastece faz um pedido no app e no mesmo instante a atendente da loja de conveniência recebe o pedido e o leva na pista ao cliente. São pequenas soluções que irão revolucionar esse mercado no Brasil e potencializar o consumo.

Em breve vou descrever a experiência que tive em um posto de combustível em Guadalajara.


fluxo de caixa

7 boas práticas de fluxo de caixa para postos de combustível

A gestão de fluxo de caixa ainda é motivo de dúvidas e preocupações para quem administra o próprio posto de combustível.

Trata-se de uma ferramenta gerencial utilizada para controlar entradas, saídas, contas a pagar, contas a receber e demais movimentações financeiras de um negócio em um determinado intervalo de tempo.

Independentemente de quantas unidades compõem a empresa ou de onde os postos estão localizados, a gestão de fluxo de caixa tem enorme importância para a saúde financeira do negócio.

Confira, agora, 7 dicas simples para manter um fluxo de caixa eficiente e garantir a saúde financeira do seu negócio, mantendo-o a salvo nos momentos de crise e transformando os desafios em oportunidades de crescimento.

1. Garanta a atualização diária dos dados

Para ser eficiente e colaborar para o crescimento do negócio, o fluxo de caixa deve refletir exatamente a realidade financeira do seu posto de combustível, com base em dados atualizados diariamente.

equipe de funcionários deve estabelecer critérios para diferenciar os dados, de modo que a visualização das planilhas permita a identificação imediata dos dados referentes às receitas, diferenciando-as das despesas.

O importante é seguir sempre a regra e garantir que todas as operações de receita e despesa sejam registradas da mesma forma. Isso facilitará bastante a sua rotina de administração financeira.

Outra dica bastante válida é a adequação das práticas de recebimento e dos prazos de pagamento às características do fluxo de caixa de cada posto.

2. Adeque os recebimentos e prazos ao valor do fluxo de caixa

O valor total do fluxo de caixa deve determinar tanto as possibilidades de forma de pagamento oferecidas aos clientes quanto o prazo de pagamento negociado com as distribuidoras.

Dessa forma, se um posto de combustível tem um valor de fluxo de caixa mais baixo, é preciso optar exclusivamente pelo pagamento à vista (em dinheiro ou no cartão de débito) e verificar com a distribuidora a possibilidade de estender o prazo para pagamento das remessas.

Por outro lado, quando o fluxo de caixa tem valores altos, os revendedores podem oferecer aos clientes a vantagem do pagamento com o cartão de crédito ou o cheque. Nesses casos, existe a possibilidade de permitir parcelamento da compra. Para evitar prejuízos que comprometam os resultados do negócio, os gestores devem trabalhar com prazos de recebimento mais reduzidos.

Ainda em se tratando de valores de fluxos de caixa mais elevados, a negociação com os fornecedores pode resultar em custos menores para a aquisição dos combustíveis, uma vez que é possível manter o estoque com prazos de pagamento mais curtos e com custos menores.

Nesse sentido, conquistar a confiança dos fornecedores e abrir espaço para negociar o pagamento da mercadoria é fundamental para a saúde do fluxo de caixa dos postos de combustível.

3. Otimize o relacionamento com os fornecedores

Para diminuir o impacto do pagamento das remessas sobre o fluxo de caixa, os gestores devem otimizar o relacionamento com as distribuidoras, adotando práticas que abram espaço para a negociação dos prazos e para a redução dos juros cobrados.

Para isso, é importante estar atento aos valores acordados e às datas previstas para quitação das dívidas, garantindo que todas as operações sejam feitas da forma prevista no contrato de compra.

Assim, o fluxo de caixa oferece elementos importantes para que os gestores possam realizar um bom planejamento financeiro e a tomada de decisão em relação às sobras ou às faltas de caixa, desde que todas as operações estejam devidamente identificadas.

4. Identifique cada tipo de movimentação financeira

Ao separar os processos que acontecem diariamente ou semanalmente daqueles que são totalmente esporádicos, você consegue aumentar a base de informações para tomar decisões quanto à saúde financeira do seu negócio.

Isso é fundamental para orientar escolhas que fazem toda a diferença no desempenho da empresa no mercado, tais como a realização de ações para diminuir custos ou para aproveitar melhor os resultados de uma aplicação financeira.

Outra diferenciação muito importante, mas que nem sempre é realizada no dia a dia da gestão do fluxo de caixa, é a separação das contas a pagar e a receber.

As despesas, periódicas ou não, relativas a taxas de aluguel, internet, impostos e outros pagamentos devem ser identificadas como contas a pagar. Por sua vez, as vendas parceladas também devem ser identificadas como tal.

Ao conhecer tanto o saldo atual do seu caixa quanto o seu saldo futuro provisionado, você pode se programar melhor para aproveitar os bons momentos nas vendas ou, de forma contrária, para lidar com períodos de escassez, com atenção especial para os pagamentos parcelados.

5. Evite a antecipação de receitas

Um erro bastante comum na gestão do fluxo de caixa é contar com os valores referentes a cartões de crédito, cheques pré-datados e outras formas de pagamento parcelado antes que eles estejam disponíveis no caixa, fazendo da antecipação de receitas uma prática constante.

Ao considerar os valores como recebidos antes que isso tenha acontecido, você gera impressões equivocadas sobre as finanças e pode assumir compromissos contando com um dinheiro que ainda não é seu, além de gerar custos adicionais com a antecipação de recursos.

Por essa razão, o mais correto é fazer o lançamento desses dados apenas no vencimento de cada parcela, para evitar erros que podem comprometer o gerenciamento financeiro por meses.

Além dos cuidados na categorização, é preciso garantir o registro completo de todas as informações.

Ebook Gratuito: Conheça as Ferramentas do ClubPetro e quais problemas elas resolvem

6. Registre todos os processos de forma completa

Todos os débitos ou créditos, por menores que sejam, devem ser contabilizados de forma completa, pois as pequenas ausências farão uma enorme diferença no fluxo de caixa ao final do período, induzindo os gestores a fazerem análises completamente equivocadas.

A incoerência no acompanhamento dos resultados do negócio faz com que os gestores tenham mais dificuldade para implementar as mudanças necessárias para promover o crescimento do negócio.

Além de anotar todas as movimentações financeiras, você deve manter a organização dos arquivos. Para isso, vale a pena investir na utilização de programas ou aplicativos especialmente desenvolvidos para facilitar a gestão financeira, como vamos mostrar agora.

7. Invista na automação do fluxo de caixa

Na atualidade, a indústria da inovação disponibiliza uma série de softwares e ferramentas capazes de facilitar todas as tarefas relacionadas ao controle financeiro, garantindo maior exatidão e segurança no registro, acompanhamento e interpretação dos dados.

Quando se tem um sistema computadorizado e integrado, é possível reduzir os erros na gestão e otimizar o trabalho de toda a equipe, seja para identificar as entradas e saídas diárias ou para determinar quais foram os resultados de uma promoção realizada no último mês.

Agora que você já sabe como otimizar a gestão de fluxo de caixa, que tal conferir outro artigo do nosso blog e descobrir qual é o regime de tributação mais adequado para o seu posto de combustível? Aprenda as diferenças entre lucro real e lucro presumido e invista na saúde financeira do seu negócio!


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Quais são as principais obrigações fiscais de um posto de combustível?

O bom atendimento, preços competitivos e o respeito às normas de segurança fazem com que um posto de combustível possa construir uma imagem positiva perante o público e a concorrência. Além disso, é fundamental estar bem organizado para ficar em dia com as obrigações fiscais.

Caso não esteja cumprindo as regras previstas, o proprietário terá de pagar multas que variam de acordo com a infração praticada. Essa situação dificulta o investimento em melhorias, podendo até provocar a interdição do local.

Para você não enfrentar problemas com a burocracia, vamos abordar as obrigações fiscais mais exigidas, a necessidade de estar atento à legislação e medidas que ajudam um posto a estar dentro das normas. Confira!

Conheça as obrigações fiscais

Estar bem informado é uma vantagem competitiva que não pode ser ignorada. Pensando nisso, vamos apresentar as obrigações fiscais que devem ser obedecidas por todos os postos de combustível. Acompanhe!

LMC

O preenchimento do Livro de Movimentação de Combustíveis (LMC) é uma forma de o empreendedor comprovar que está cumprindo devidamente as regras impostas.

Nesse livro, devem ser registradas as atividades de compra e venda realizadas em um dia. O mesmo procedimento é adotado em relação ao estoque de combustíveis. As informações precisam ser claras, corretas e arquivadas durante um prazo de cinco anos.

Caso os dados estejam incorretos ou o posto não tenha o LMC, o local pode ser interditado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Além do prejuízo financeiro, haverá danos para a imagem. Isso porque o consumidor leva em consideração a ética de uma empresa ao adquirir produtos e serviços.

PIS e COFINS

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e o Programa de Integração Social (PIS) são tributos federais de cunho social. Ambos foram estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 e se caracterizam por ser calculados com base na receita bruta.

Em relação à COFINS e ao PIS, os postos ficam submetidos ao regime monofásico — também conhecido como tributação concentrada —, que se destaca por abranger de maneira específica a venda de determinadas mercadorias.

No caso dos combustíveis, esse regime está detalhado pela Lei 10.865/04 e faz com que o fabricante ou importador seja o responsável pelo ônus tributário.

Em relação aos lubrificantes e acessórios, o recolhimento do PIS e da COFINS é de responsabilidade do proprietário do posto de combustível. Porém, essa obrigação pode ser atribuída ao fabricante, dependendo do regime fiscal escolhido (lucro real ou lucro presumido).

SPED Fiscal

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED Fiscal) consiste em um arquivo digital que tem dados sobre a apuração de diversos impostos, como o Imposto sobre Circulação de Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A ferramenta permite que a fiscalização tributária de uma empresa seja feita com mais eficiência, gerando um arquivo mensalmente que demonstra como está o pagamento dos impostos.

Como o ICMS é um dos tributos que incidem sobre os combustíveis, a utilização do SPED é uma obrigação fiscal que deve ser respeitada pelos empresários. O posto deve gerar dados que precisam ser enviados mensalmente à Receita.

Caso as informações sobre os impostos estejam corretas, maiores são as chances de uma empresa conseguir uma isenção fiscal participando de projetos sociais.

NFC-e

A tecnologia está cada vez mais inserida em nosso cotidiano. Um bom exemplo é a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Ela é um documento eletrônico que passou a ser utilizada no lugar das notas fiscais de vendas para o consumidor (modelo 2) e dos cupons fiscais emitidos por uma Impressora Fiscal (ECF).

A emissão dessa nota fiscal passou a ser obrigatória para os postos de combustível em alguns estados brasileiros. Essa ação permite mais agilidade nas transações e redução nos gastos com papel, o que ajuda a preservar o meio ambiente.

Impostos trabalhistas

O revendedor também precisa ter um foco bastante direcionado para as obrigações trabalhistas para manter as atividades de maneira correta e evitar problemas de ordem judicial com os empregados.

Por isso, a recomendação é ter um cuidado especial com o recolhimento das contribuições sindicais e das assistenciais. O pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também deve ser feito de forma regular.

Outro procedimento obrigatório é elaborar relatórios com informações sobre os funcionários, como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

SPED Contábil

Trata-se de uma ferramenta que entrega, de forma padronizada, as informações fiscais de um posto de combustível para a Receita Federal, facilitando o cruzamento de dados e reduzindo o uso de papel.

Esse software, por exemplo, pode ser usado para encaminhar informações sobre o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL), tendo como base o lucro real ou o lucro presumido.

LALUR

É o Livro de Apuração do Lucro Real e tem o objetivo de informar o valor dos impostos que os postos de combustível devem pagar ao Fisco. É utilizado por empresas que apuram o Imposto de Renda pelo Lucro Real.

Atualmente, esse livro tem uma versão eletrônica, o que agiliza bastante o envio das informações. Além disso, pode ser ajustado anualmente ou trimestralmente, dependendo do regime de tributação adotado pela empresa.

Guia completo de criação de metas em postos

Tenha atenção com a cobrança dos tributos

Os empresários devem ter um bom conhecimento sobre as obrigações fiscais que abrangem um posto de combustível. Além das responsabilidades de cunho nacional, é preciso estar atento às particularidades da região onde fica o empreendimento.

Por exemplo, o ICMS é um tributo estadual que integra o preço dos combustíveis e apresenta variações de um estado para o outro. Isso significa que os valores cobrados podem apresentar mudanças de acordo com a localização.

Se um posto de combustível estiver prestando algum serviço de limpeza ou de manutenção do veículo, poderá ser cobrado o Imposto sobre Serviços (ISS), que é recolhido pelo município.

Mesmo que pretenda oferecer um preço mais atraente para os consumidores, o proprietário pode apresentar dificuldades devido à tributação. Para não ter prejuízos, é fundamental compreender como estão estruturados os impostos e pagá-los em dia.

Veja como não ter problemas com as obrigações fiscais

A variedade e a complexidade dos tributos fazem com que os empresários necessitem, na maioria dos casos, de orientação profissional para não enfrentarem problemas com o Fisco. Com certeza, não é fácil pagar tantos impostos e taxas em dia.

Nesse cenário, uma boa alternativa é contratar uma assessoria especializada no cumprimento de obrigações fiscais relacionadas com os postos de combustível. Essa iniciativa possibilita evitar multas por erros no cálculo do pagamento dos tributos.

Com uma assessoria de alto nível, o proprietário pode ter mais tranquilidade para administrar o posto e buscar medidas que promovam a melhoria do atendimento e a oferta de preços mais atraentes para o público-alvo.

Se você quer ter mais facilidade na gestão dos tributos, a dica é adotar sistemas voltados para essa atividade. Um deles é o Soluções LBC, com diversos módulos que evitam pendências com os órgãos fiscalizadores, como:

  • NFC-e;
  • SPED Fiscal;
  • SPED Contribuições (PIS/COFINS);
  • Manifestação do Destinatário; e
  • LMC.

Também é indicada a contratação do AutoXpert. O software possibilita atender, com bastante rapidez, todas as exigências fiscais, independentemente da localização do posto, sendo atualizado quando há alterações na legislação.

Outra vantagem é o acompanhamento automático do LMC, propiciando uma gestão mais eficiente dos estoques de combustíveis. Os dados estão disponíveis para o empreendedor, em tempo real, facilitando a tomada de decisão.

Estar bem informado ajuda a evitar problemas com as obrigações fiscais. Por isso, assine agora mesmo a nossa newsletter. O conhecimento sempre faz a diferença!


leis necessárias para postos de combustíveis

Tendências para postos de combustível: 7 novidades e tecnologias

Novas tendências para postos de combustíveis estão maximizando o potencial do negócio. Em localizações privilegiadas e com um grande volume de clientes ao longo do dia, os postos podem ser muito mais que a função que os nomeia.

Com as tecnologias certas é possível maximizar o retorno sem precisar necessariamente aumentar os preços ou enxugar gastos. E é importante ficar atento às novas tecnologias e técnicas disponíveis no mercado para não ficar atrás em relação aos seus concorrentes.

Portanto, confira neste artigo 7 tendências para postos de combustível!

1. Espaço de conveniência multifuncional

Os postos estão evoluindo seu espaço de conveniência para diversos serviços agregados, desde restaurantes até lavanderias, drogarias e outros. Nos Estados Unidos, um exemplo desse tipo de conceito é a empresa de paradas de caminhão Pilot Flying J, que é a maior vendedora de diesel do país.

Recentemente adquirida pelo megainvestidor Warren Buffet, a Pilot Flying J não tem uma margem de lucro tão alta com a venda de combustíveis, mas aproveita seu posicionamento estratégico para maximizar sua receita com serviços de conveniência, manutenção de caminhões e outros.

No Brasil, a tendência de postos com foco no espaço de conveniência é bem representada pelo novo empreendimento do Habib’s, que está abrindo seu primeiro posto de combustível agregado a uma unidade da rede de restaurantes italianos Ragazzo, do mesmo grupo.

2. Estrutura de container em posto de combustível

Utilizados com sucesso como material de construção em diversas áreas, os containers que transportam produtos em navios ao redor do mundo também podem ser reaproveitados como estrutura para postos.

Essa tendência ainda está em fase inicial, mas muitos países já adotaram os chamados postos containers, que são extremamente compactos. O investimento em um deles é bem menor do que aquele realizado em uma estrutura completa de posto, assim como o tempo de implantação.

Por essas características, os postos containers são adequados para o atendimento em locais remotos. Por serem modulares, caso exista uma demanda acima do previsto é possível adquirir outro container e ampliar a capacidade.

Por outro lado, se o posto container não estiver em um ponto com receita suficiente para justificar seu investimento, ele pode ser transportado e reinstalado em outro local com um baixo custo.

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3. Sistemas de conectividade entre carros e postos

A transformação digital já começou a atingir a indústria automotiva e a tendência é que ela seja ampliada ao longo dos próximos anos. E uma das novidades mais interessantes é a presença de tecnologias que conectam carros de forma mais inteligente.

Um exemplo são sistemas de conectividade que podem alertar os motoristas de manutenções e outras demandas do veículo, indicando postos próximos que fornecerão os serviços exigidos.

O mesmo sistema também pode ser usado para revelar ao motorista que chega a um posto quais as opções de alimentação e conveniência disponíveis no local, uma funcionalidade útil tanto para o usuário como para o negócio, que aumentará seu ticket médio.

As possibilidades de conectividade entre carros e postos não ficam por aí. Outros sistemas como pagamentos automatizados devem ser uma das muitas possibilidades que serão implementadas ao longo dos anos.

4. Utilização de energia solar

Usualmente, os postos ocupam locais relativamente espaçosos, protegidos por uma ampla cobertura. Em alguns países, painéis de energia solar estão sendo instalados nessa cobertura para suprir o posto com energia elétrica limpa e renovável.

Além da questão de consciência ecológica, a utilização de energia solar no posto é um investimento que se paga rápido. Pelas características e dimensões físicas da maior parte desses empreendimentos, é possível produzir bastante energia solar e exceder significativamente as necessidades do próprio posto.

Se o sistema instalado for conectado à rede, esse excedente pode ser vendido para as companhias de energia elétrica. Ou seja, além de zerar a conta de luz, os postos ainda podem fazer disso uma outra fonte de receita.

5. Programas de fidelidade de clientes

Não é um exagero dizer que os postos são paradas obrigatórias para carros. Qualquer veículo precisa de algum combustível para rodar e de tempos em tempos necessita reabastecer.

Mas essa suposta demanda garantida não faz com que o negócio seja fácil: por diversas razões, os clientes se fidelizam aos postos que conhecem, confiam e que estejam na sua rota diária.

Uma forma de tentar garantir a preferência desses consumidores é com programas de fidelidade para o posto. Os clientes são cadastrados e a cada vez que abastecem podem acumular pontos que serão trocados por prêmios, como serviços no próprio posto ou em parceiros.

6. Recarga de carros elétricos

Ainda é cedo para dizer se os carros elétricos vão mesmo substituir aqueles movidos por combustíveis como o etanol, o diesel e a gasolina, mas o fato é que esses veículos já estão nas ruas e, assim como qualquer veículo automotor, precisam de reabastecimento.

A carga completa de um veículo elétrico pode ser um processo longo, mas já existem tecnologias para cargas rápidas parciais que podem ser oferecidas em postos de combustível.

Com o crescimento da demanda por esse serviço, é natural que os postos se tornem também pontos de recarga de carros elétricos.

7. Sistema de drive-thru para a loja de conveniência

Uma das formas de aumentar a receita das lojas de conveniência de postos de combustível é com a adoção de um sistema de drive-thru com base em um aplicativo, o NitroSell. Com ele, os clientes podem fazer compras enquanto estão no carro e um funcionário da loja de conveniência apenas leva os produtos para o veículo.

Essa tecnologia aproveita o fluxo de clientes em um posto e permite que eles comprem no espaço de conveniência sem precisar de uma vaga para estacionar e sem gastar tempo além daquele investido no abastecimento.

Essa comodidade extra transforma qualquer loja de conveniência em um drive-thru, mas não demanda nenhum investimento extra para a adequação da estrutura física do local.

E agora que você já conhece 7 tendências para postos de combustível, que tal aproveitar para descobrir por que os postos de bandeira branca estão ganhando a confiança do consumidor?