processos trabalhistas

7 dicas para evitar processos trabalhistas

Evitar processos trabalhistas é uma das prioridades da boa gestão de um posto de combustível. Afinal, essas demandas podem ter um desfecho desfavorável ao empregador.

E mais: um acúmulo de reivindicações na Justiça do Trabalho cria obstáculos significativos à continuidade e ao crescimento do negócio, drenando uma parcela considerável dos recursos financeiros da empresa.

Sendo assim, fique atento às 7 excelentes dicas deste artigo e elimine essa dor de cabeça. Vamos lá?

1. Entenda a importância da gestão de pessoas

A maneira como a empresa trata seus colaboradores é determinante para evitar processos trabalhistas, superando até mesmo o cumprimento da legislação em alguns casos.

Quando o empregado vê o empregador como um antagonista, o desenrolar da história é, quase sempre, a procura por brechas na atuação da empresa.

Um exemplo disso são as diversas demandas requerendo o pagamentos de verbas trabalhistas já cumpridas, diante de erros de documentação. Isto é, o demandante sabe o quanto recebeu e o quanto deixou de receber, contudo se aproveita do equívoco burocrático para obter algum dinheiro.

Nesse sentido, ao lado do fator jurídico, nos processos trabalhistas sempre existe um componente emocional de insatisfação com o empregador. É o que, por exemplo, leva o trabalhador a buscar a justiça quando um acordo é perfeitamente viável.

Sendo assim, mantenha um setor de RH profissional e tenha cuidado com a gestão de pessoas da empresa. Quem sabe não é a hora de pensar em como motivar os colaboradores ou em investir em plano de cargos e salários?

2. Invista em conhecimento jurídico

Nem sempre cumprir a lei é apenas uma questão de vontade, a interpretação das regras jurídicas exige um conhecimento especializado.

Com efeito, muitas vezes, as empresas pensam estar em dia com suas obrigações trabalhistas, mas são surpreendidas com processos.

 

3. Evite acordos informais

Em um processo trabalhista, importa mesmo o que o direito diz e o que as partes conseguem provar.

Nesse sentido, ainda que cumprir um acordo informal seja moralmente possível, não há grandes chances de ele ser aceito pela Justiça do Trabalho. Até porque, a maioria desses negócios visa fugir dos custos pesados da CLT.

Os casos mais comuns são a contratação sem a devida formalização do vínculo de emprego e o pagamento de benefícios “por fora”. Situações que, embora representem uma vantagem imediata, podem trazer problemas graves para o negócio.

Portanto, fuja desses acordos e evite punições do Poder Público (Ministério do Trabalho, Justiça do Trabalho e Ministério Público, por exemplo).

Guia completo de criação de metas em postos

4. Documente as rotinas trabalhistas

A Justiça do Trabalho traz um sistema de provas um pouco diferente do que acontece em outras áreas do Direito. Nela, a comprovação dos fatos não é necessariamente um dever daquele que alega, mas distribuído segundo as possibilidades de empregadores e empregados.

Por exemplo, certas alegações (assédio, discriminação, maus-tratos etc.) têm a comprovação exigida do empregado, ao passo que outras (comprovação do vínculo de emprego, das condições do contrato de trabalho etc.), do empregador.

Isso ocorre porque, no segundo grupo, a empresa tem totais condições de apresentar a documentação pertinente, enquanto o trabalhador sequer poderia acessá-la. Há um desequilíbrio de forças.

Assim, inverte-se o chamado ônus da prova: o empregado alega, e o empregador é quem deve apresentar a documentação pertinente, do contrário, a alegação é considerada verdadeira.

Acontece que, essa diretriz cria uma brecha para as cobranças indevidas, ou seja, quando o trabalhador sabe de sua real situação, porém a empresa não tem a documentação para comprová-la.

Por isso, para evitar processos, todas as ações relacionadas ao direito do trabalho devem ser documentadas, nos moldes estabelecidos em conjunto com os advogados da empresa.

5. Mantenha suas obrigações em dia

As empresas que cumprem suas obrigações, logicamente, têm uma exposição a processos trabalhistas muito menor.

Contudo, para atingir esse estágio, um posto de combustível precisa de um planejamento financeiro adequado às suas necessidades, principalmente de um capital de giro capaz de manter as obrigações em dia.

Por outro lado, o gestor também deve ficar de olho nas obrigações não financeiras, como manter um ambiente de trabalho adequado, fornecer equipamentos de segurança, conceder os intervalos de descanso, entre outros.

Por isso, conheça e cumpra a legislação específica dos postos de combustível, especialmente nas normas de manuseio de combustíveis e inflamáveis!

6. Tenha um sistema de ponto eficiente

O controle de entrada e saída de colaboradores é uma questão bastante sensível e que merece uma atenção especial.

Os problemas na contagem da jornada de trabalho podem produzir diversos erros de gestão, como:

  • não concessão de repousos;
  • excesso de horas extras;
  • pagamento incorreto.

Além disso, existe a exposição a processos pela ausência de documentação adequada, como mencionado acima.

Nesse sentido, o ideal é investir em um sistema eletrônico capaz não só de registrar os horários, mas também de fornecer feedbacks com a situação atual de cada colaborador.

7. Recrute os profissionais certos

Contar com profissionais comprometidos e engajados é fundamental para evitar processos trabalhistas. Afinal, a boa fé dos colaboradores é um grande obstáculo para o surgimento de malfeitos dentro da empresa.

Sendo assim, os processos seletivos do negócio devem adotar critérios capazes de selecionar trabalhadores com perfil ético e disciplinado.

Na entrevista de emprego, por exemplo, alguns questionamentos são extremamente importantes:

  • a experiência de trabalho anterior;
  • a opinião do candidato sobre o ex-empregador;
  • os motivos que causaram sua dispensa ou pedido de demissão;
  • os seus objetivos.

Resumidamente, o “x” da questão é buscar o máximo de informações sobre o histórico do candidato, especialmente em relação às questões comportamentais.

Com isso, você criará uma barreira poderosa e, em conjunto com as demais dicas, não terá grandes dificuldades para evitar processos trabalhistas no seu posto.

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quebra de caixa

Como acabei com a quebra de caixa na ducha

O lava-jato está a cada dia desaparecendo dos postos de combustíveis. Vários revendedores relatam que as obrigações ambientais são empecilhos para a continuidade desse serviço, pelos custos e a falta de retorno, já que hoje é necessário rentabilizar cada m², principalmente nesse momento de crise.

Nos EUA o carwash é um fenômeno de vendas e cresce mais a cada dia. Por que estamos na contramão já que os carros são cada vez mais caros e é um bem que o motorista lava com tanta frequência? O grande problema na verdade é a falta de controle do lava-jato e isso é desanimador para o revendedor.

Para ter controle, atualmente alguns revendedores optaram por uma máquina automática de rolo para lavagem, que tem um encerrante com o número de lavagens e isso é utilizado para fechar o caixa do lavador. O problema é que o investimento nesse equipamento pode passar de R$200.000,00 e existe uma falsa ideia de que o equipamento arranha os carros. Tenho 3 equipamentos desses em uso há 20 anos em meus postos e nunca paguei por nenhum carro arranhado.

Há cerca de 15 anos introduzi em alguns postos de nossa rede um sistema de controle com encerrante para a ducha manual, aquela utilizada com jato de água para lavar os carros. Eu pensava: se tenho um controle total nas máquinas automáticas de lavagem por que não posso ter nos postos que tenho lava-jato manual? Confesso que o controle hoje é 100%, e à prova de fraudes. O lavador no início do trabalho anota o número de encerrante inicial e ao término da jornada anota o número de encerrante final, e ao fechar o caixa terá que separar o valor monetário correspondente a essas lavagens realizadas.

O escritório do posto confere as anotações e audita se o valor está correto, caso contrário será debitado como quebra de caixa do lavador. O gerente do posto com alguma frequência confere se o encerrante anotado está correto para evitar algum tipo de fraude.

A dinâmica do funcionamento desse equipamento é muito simples e um eletricista qualquer consegue montar o equipamento com baixo investimento. Ele irá montar uma caixa elétrica com um temporizador, uma contatora e um encerrante. Essa caixa se liga à bomba d´água do jato e outra no jato de sabão. No e-book em anexo ilustro com fotos do equipamento e descrição dos materiais utilizados.

Cada jato de água fica ligado um certo tempo, normalmente 3 minutos, e nesse período o lavador retira o barro, lava as caixas de roda e joga uma ducha na lataria do carro. Após, entra o processo de jato de sabão, que dura normalmente uns 7 segundos e também possui um controle de encerrante. O lavador esfrega com uma bucha a lataria e com uma escova, os pneus. E por fim um jato de água com duração de 3 minutos para acabar de limpar o carro e deixar a lataria impecável.

Além do controle da ducha o revendedor consegue separar o preço de venda da lavagem do carro pouco sujo para o muito sujo, do carro pequeno para o grande… basta o lavador explicar ao cliente qual a previsão do número de jatos de água que irá precisar para deixar o carro limpo.

Atualmente todos os clientes entendem o procedimento de nosso lava-jato; os caixas fecham 100%; o tempo de lavagem é menor porque o cliente não paga por mais do que precisa; o consumo de água foi reduzido; e todos saem satisfeitos.

No próximo texto irei explicar como funciona nosso sistema de sangria de valores a vácuo, que vai direto da pista ao cofre.

Ricardo Pires
CEO e co-fundador do ClubPetro Fidelidade

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lava-jato

6 dicas para montar um lava-jato no posto de combustível

O brasileiro tem no carro muito mais do que um bem: trata-se de um símbolo de ascensão social, de sucesso profissional e financeiro que explica o porquê de tanto carinho pelo amigo de 4 rodas no país. O mercado de lava-jato no Brasil é muito tímido se compararmos com outros países, principalmente em relação aos Estados Unidos.

O grande problema é que muitos revendedores de combustível estão retirando os lava- jatos dos postos. Muitos colocam a culpa na questão ambiental ja que é necessário adaptar a estrutura do lava-jato para ser aprovado na legislação ambiental. Mas a verdade é que muitos revendedores enxergam a ducha como uma despesa, que não tem rentabilidade e a enxergam com uma atividade sem muito controle para fechamento de caixa, onde alguns funcionários aproveitam dessa falta de controle.

No sentido contrário a esse descaso com o lava-jato estão alguns gestores que enxergam uma grande oportunidade , tratam isso como um investimento que tem que apresentar retorno financeiro, investem na estrutura e equipamentos , além de um ambiente aconchegante para o cliente aguardar a lavagem do seu veículo com grande conforto.

Dados do Sebrae mostram que 88% dos brasileiros lavam seus carros, no máximo, a cada 15 dias. Estamos diante de uma excelente oportunidade de atrair mais gente ao seu posto de combustível e, assim, aumentar suas receitas recorrentes.

Que tal montar um lava-jato em seu posto? Hoje, você vai descobrir como fazer! Confira!

1. Plano de ação

Antes de expandir os serviços de seu posto de combustível, você precisa entender qual o perfil do público. Quais serviços oferecer? Irá fazer uma ducha com jato de água ou máquina de rolo? Será anexo ao posto de combustível? Em áreas com população de menor poder aquisitivo, a lavagem simples deve dominar os serviços requisitados.

No entanto, em áreas nobres, serviços mais sofisticados, como lavagem a seco (limpeza ecológica, que usa panos de microfibra, produtos químicos especiais e outros acessórios), enceramento, polimento e cristalização devem fazer parte das comodidades ofertadas.

2. Equipamentos

O investimento em um lava-jato não é baixo, portanto é importante identificar após o Plano de Ação quais os equipamentos serão necessários para fazer tal investimento. Normalmente os equipamentos padrão de lava-jato são:

  • compressor de ar;
  • máquina para shampoo espuma;
  • bomba d´água de alta pressão;
  • aspirador de pó industrial;

3. Estrutura

O empreendedor desse ramo deverá, primeiramente, reservar uma área mínima de 500 metros para acomodar os veículos, o maquinário e os funcionários. Você pode montar um lava-jato mais simples, que ofereça os serviços básicos de lavagem manual, ou algo mais complexo, com sistema de lavagem em túnel ou rollover.

Na operação de lavagem manual, por exemplo, você precisará organizar um layout que envolva uma área de espera (fila de veículos aguardando a lavagem ou um estacionamento), ao menos 1 box de lavagem, área lateral de limpeza interna e secagem e local de checkout. Se optar por construir um lava-jato com máquina de rolo (rollover), lembre-se de que a entrada e a saída dos carros devem ser feitas por lados diferentes.

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4. Comodidade

Não adianta ter mais um lava-jato entre milhares na cidade. Você precisa oferecer algo diferente, como:

  • horários prolongados (geralmente de 8h às 20h);
  • wi-fi gratutito;
  • lanchonete;
  • serviços adicionais (pretinho nos pneus, tampinha para válvula do pneus);
  • espaço kids.

5. Meio ambiente

Hoje em dia, não dá para pensar apenas em geração de renda: pesquisas mostram que 74% dos brasileiros dão preferência a empresas que atuam em modelos sustentáveis, de modo que, se você quer montar um lava-jato moderno e sustentável, utilize água de reúso, se importe com a contaminação do solo e descarte produtos químicos com muito critério.

6. Serviços como benefício

Quem é da área, sabe que fazer promoções agressivas é difícil pelas dificuldades inerentes ao próprio setor de abastecimento. Para piorar, muitos postos concorrem com outros de mesma bandeira, com programas de fidelidade que estimulam a freguesia apenas à distribuidora e não ao posto em si.

Dessa forma, é preciso criar estratégias que, de fato, diferenciem o seu posto da concorrência. A melhor delas é ter um programa de fidelidade que pontue a partir do abastecimento, do consumo na loja de conveniência e, é claro, da lavagem do veículo. A partir de uma determinada pontuação, você pode permitir que seus clientes troquem seus pontos por prêmios, por serviços no próprio posto (como lavagem gratuita) ou pela compra com desconto em comércios parceiros.

Um detalhe importante desses programas é que você pode condicionar a compra de seus clientes de acordo com seu interesse: por exemplo, se você precisa aumentar a venda de gasolina aditivada, pode incentivar a comercialização desse produto por meio de pontuações mais altas.

Para ter sucesso com essa estratégia de retenção, o passo mais relevante é que você tenha um software de gestão de programa de fidelidade com acesso mobile, capaz de fazer o gerenciamento dos pontos acumulados em cada CPF, a comunicação com os clientes (informações sobre pontuações, disparo de propagandas etc.), a análise dos dados de consumo de cada consumidor, entre outras informações essenciais ao negócio.

Ao montar um lava-jato, você não pode se esquecer de que esse serviço deve estar integrado ao programa de fidelidade do posto. Isso porque a existência de serviços de limpeza colabora para a retenção de sua carteira. Se houver recursos disponíveis em caixa e você quiser ser um pouco mais ousado, pode pensar, inclusive, em um serviço ainda raro no Brasil: o concierge virtual, tal como criado pela Volvo em 2016.

Adaptando o modelo da montadora sueca, você pode “brindar” seus clientes mais fiéis com uma lavagem em domicílio, levando um equipamento portátil para realizar o mimo “delivery”. Trata-se, certamente, de uma forma adicional de diferenciar seu posto e fazer algo realmente único no setor.

Todo esse esforço de fidelização não é sem motivos: segundo Philip Kotler, considerado o pai do Marketing, conquistar novos clientes custa de 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes.

Agora que você entendeu como montar um lava-jato, curta nossa página no Facebook e receba links com dicas e conteúdos exclusivos para a área de gestão de postos de combustíveis!


Tabela de frentista

ClubPetro na Estrada - Tabela de Calibragem

Ajude seus clientes no momento da calibragem dos pneus.
Veja o vídeo, baixe a tabela, imprima e coloque próximo ao calibrador do seu posto.

 

Ajude seus clientes na calibragem correta! Baixe nossa Tabela de Calibragem.


atendimento da equipe

11 passos para um bom atendimento em seu posto de combustível

Se tem algo importante em qualquer negócio, é um bom atendimento. Em postos de combustíveis, o primeiro contato e em muitos casos o único, do cliente, é com o frentista. É ele quem está na pista o tempo todo, que conversa e que tenta resolver qualquer imprevisto num curto espaço de tempo. Padronizar o atendimento da equipe é uma das principais chaves para garantir o retorno cliente.

Para isso, preparamos para você um passo-a-passo para melhorar ainda mais o comportamento da sua equipe na pista. No final do texto, disponibilizamos um arquivo com os passos, para que você imprima e coloque em local visível.

1. Cuidado com a aparência: a famosa frase: “a primeira impressão é a que fica” se encaixa muito bem nesse primeiro passo. É obrigatório que o colaborador sempre esteja com o uniforme e o crachá, pois isso o identifica e transmite profissionalismo.
Para os homens: barbeados e com acessórios discretos.
Para as mulheres: maquiagem e acessórios discretos.

2. Sinalizar e atender imediatamente: ao avistar a chegada de um carro na pista, o frentista deve sinalizar e mostrar qual bomba o motorista deve se dirigir. E sempre sorrindo!

3. Cumprimentar o cliente sempre com entusiasmo e cordialidade: esse terceiro passo é importantíssimo, pois é o primeiro contato entre o frentista (que representa o seu posto) e o cliente. Pode ser a primeira vez desse cliente ou a milésima, não importa! É a chance de você conquistar um novo cliente e de manter por perto aquele que sempre vai ao seu posto.

4. Ouvir e identificar as necessidades: nos poucos minutos de atendimento, o frentista é quem deve se colocar à disposição para entender e resolver as necessidades do cliente.

5. Aplicar o “quebra gelo” ou “falar das promoções: o frentista deve sempre tentar uma aproximação com o cliente. Não estamos dizendo para ele se tornar amigo, pois isso pode gerar desconforto ao motorista. Estamos trabalhando com pessoas, e cada uma reage de um jeito a uma determinada situação. É muito importante que o colaborador tenha esse “feeling” e saiba mostrar as promoções sem causar constrangimento.

6. Mostrar o valor zerado na bomba: é uma questão de ética mostrar ao cliente que o valor da bomba está zerado. Isso acaba com qualquer provável desconfiança.

7. Sempre que possível tratar o cliente cordialmente, dispondo de um tratamento respeitoso: são detalhes que conquistam o cliente e pequenos gestos de respeito geram uma satisfação enorme em quem está sendo atendido. É muito importante doutrinar a sua equipe.

8. Oferecer sempre um produto/serviço complementar: enquanto o abastecimento é realizado, o frentista deve sempre oferecer outros produtos/serviços do posto, como limpar o para-brisas, lava-jato, troca de óleo e outros. E se o cliente não aceitar, está tudo bem! Ofereça uma só vez, não insista.

9. Mostrar o visor da bomba e conferir na presença do cliente o valor cobrado: assim como no sexto passo, a ética é muito importante e o cliente se sente muito mais seguro quando o frentista mostra o valor e confere. Essa atitude transmite confiança do posto e dos que trabalham com você.

10. Pontuarno caso dos postos que possuem o sistema ClubPetro, é obrigação do frentista sempre perguntar ao cliente o número do cartão ou CPF, esse passo não leva 10 segundos. Se o motorista ainda não possui o cartão fidelidade, o frentista deve oferecer, explicar as vantagens e cadastrar o cliente (usando apenas CPF e número de telefone).

11. Agradecer, despedir e convidar a voltar: Para fechar o atendimento com sucesso, instrua seus frentistas a agradecer a preferência e que convidem o cliente a voltar. São pequenos gestos que geram uma enorme satisfação.

Treine a sua equipe para padronizar e melhorar o atendimento. Preparamos uma tabela resumindo todos esses passos para você baixar, imprimir e colocar em seu posto

Baixe, imprima e coloque em seu posto a tabela com os 11 passos


Sistema TEF

O que é o sistema TEF e quais os impactos para postos de combustível?

O sistema TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) possibilita a transferência eletrônica para o posto de combustível. Dessa maneira, a empresa recebe o dinheiro das vendas realizadas pelo cartão de crédito ou de débito com agilidade e evita ao máximo a inadimplência, o que contribui bastante para manter a saúde financeira do negócio.

Mas de que forma funciona o TEF? O software é instalado nos computadores do posto e capta todas as transações feitas nos pinpads (as máquinas de cartão). Por meio da conexão à internet, a ferramenta promove a comunicação entre a empresa do cartão e a conta bancária do empreendimento.

Se você está interessado em saber mais sobre esse recurso, a dica é ficar atento às vantagens que esse software proporciona para o seu negócio. Confira!

Conheça os benefícios do sistema TEF

Em alguns estados brasileiros, os postos de combustível são obrigados a utilizar esse software com o intuito de combater a sonegação fiscal. Além de proporcionar mais transparência às movimentações financeiras, a ferramenta se destaca por outros motivos. Acompanhe!

Rapidez nas vendas

Ter a garantia de que o dinheiro vai entrar na conta da empresa com bastante agilidade é um aspecto muito positivo para os empreendedores. Isso é possível porque a conexão à internet permite que os dados inseridos no TEF sejam enviados rapidamente para as instituições, responsáveis por autorizar as transações financeiras.

Para isso, é fundamental contar com uma conexão rápida e estável à rede mundial de computadores. Se houver instabilidade no funcionamento desse serviço, as movimentações serão afetadas, prejudicando o andamento das atividades e irritando os consumidores. Nenhum cliente quer perder tempo por causa de problemas no sistema de pagamento.

Segurança das informações

Ao optar pelo sistema TEF, o empresário pode contar com as conexões VPN (Rede Virtual Privada). Elas elevam o nível da segurança dos dados, porque as informações são criptografadas. Além disso, facilitam a identificação dos envolvidos no pagamento, o que torna mais dinâmico o trabalho das operadoras de cartão e dos postos de combustível.

À medida que uma empresa conta com recursos de segurança da informação sofisticados, mais condições tem de fazer uma gestão eficiente e de proporcionar conforto para os consumidores. Hoje, investir em ações para proteger os dados deixou de ser um luxo e se tornou uma obrigação.

Uma empresa, independentemente do segmento, deve ter um grande cuidado com a segurança da informação. Imagine o constrangimento de um cliente ao saber que o cartão de crédito foi clonado após uma compra no posto.

Mesmo não havendo má-fé do empresário, essa situação afeta negativamente a imagem do negócio.

Esse problema pode ser evitado, caso escolha um fornecedor do sistema TEF que tenha experiência, profissionais qualificados e boas recomendações. Preservar os dados dos clientes é uma medida inteligente para conquistá-los.

Mais opções de venda

O consumidor gosta de ter várias alternativas de compra. É muito comum as pessoas utilizarem o cartão de crédito ou de débito para pagarem as contas.

Alguns preferem ter mais de um cartão para quitar as despesas. Por isso, é interessante que o posto conte com um sistema capaz de fazer o pagamento dos serviços por várias bandeiras. Essa postura faz com que a empresa esteja atenta às necessidades do público. Perder clientes por não ter alternativas de pagamento é pedir para ser ultrapassado pela concorrência.

Em um mercado cada vez mais competitivo, é necessário facilitar a vida das pessoas e adotar um excelente padrão de atendimento. Um posto deve ter como prioridade aliar serviços eficientes com opções variadas de pagamento.

Um único passo para aumentar as vendas do seu posto!

Gestão financeira de alto nível

Centralizar os pagamentos em um único sistema é uma alternativa para minimizar os erros na contabilidade das receitas. Sem dúvida, essa ação contribui para o posto fazer investimentos que estejam de acordo com a própria capacidade financeira.

Pense que um empreendimento está planejando contratar mais empregados com o aumento da demanda. Essa ação apenas será válida caso haja um controle eficiente do orçamento.

Em um cenário de instabilidade econômica, é fundamental ter a dimensão exata das receitas. Isso se torna viável por meio do sistema TEF, que controla os pagamentos feitos por meios eletrônicos, como os realizados com os cartões de crédito e de débito.

Quando uma empresa adota procedimentos que eliminam o risco de calote, é mais fácil ter um domínio maior sobre os recursos financeiros que entram no caixa. Isso contribui, também, para negociar com os fornecedores de maneira mais segura, aumentando as chances de conseguir descontos e de oferecer produtos e serviços por preços mais atraentes para os consumidores.

Economia

Tecnologia é sinônimo de agilidade e de modernidade para muitos. Porém, ela pode proporcionar algo que todas as empresas buscam: economia. No caso de um posto de combustível, esse comportamento não é diferente.

Um bom exemplo está no sistema TEF em que o pagamento das mensalidades para utilizar as máquinas de cartão não existe. Ou seja, o proprietário escapa da necessidade de quitar mais uma taxa mensalmente.

Essa ferramenta propicia ao posto ter a opção de escolher a operadora de cartão que oferece as melhores taxas do mercado. Dessa forma, não fica dependente de uma única instituição financeira para receber o pagamento pelos serviços prestados.

Um bom empreendedor sabe que é vital cortar gastos com inteligência, caso tenha como foco o crescimento de maneira sustentável.

Automação comercial

Uma das grandes vantagens do TEF é trabalhar integrado com a automação comercial. Esta é responsável por permitir o gerenciamento dos estoques, produtos e vendas realizadas por um posto, o que é essencial para a gestão ser mais bem organizada.

Um sistema de automação comercial propicia uma série de atividades, como:

  • verificar, em tempo real, as transações feitas pelo posto durante um dia;
  • ter o número de pessoas que compraram no local;
  • dimensionar os cartões que estão sendo mais usados pelos clientes;
  • contabilizar as taxas que estão sendo pagas para as empresas adquirentes (Cielo, GetNet, entre outras);
  • acompanhar o volume de vendas por período (dia, semana, mês e ano);
  • analisar os hábitos de consumo dos consumidores (ticket médio e periodicidade).

Com certeza, investir em tecnologia é um bom negócio. Para os que desejam conhecer mais detalhes sobre o sistema TEF, uma excelente alternativa é seguir a nossa página no Facebook. Compartilhar conhecimento nunca é demais!


arrendar um posto de combustível

O que observar ao arrendar um posto de combustível?

O Brasil possui um número considerável de rodovias e de veículos. Diante dessa realidade, arrendar um posto de combustível pode ser uma excelente opção de negócio, uma alternativa bastante atraente e viável, por diversas razões. Mas antes de tomar qualquer decisão, é preciso pesquisar e refletir.

Ao longo deste artigo, explicamos o que é e como funciona o arrendamento de postos de combustível, quais as vantagens e benefícios dessa modalidade de investimento e como proceder para fazer essa aquisição. Boa leitura!

O que é e como funciona a prática de arrendar posto de combustível?

O arrendamento é uma operação na qual o proprietário do posto transfere para um terceiro o uso desse estabelecimento empresarial, por intermédio do pagamento de um valor anteriormente acordado.

Do ponto de vista legal, denomina-se de estabelecimento empresarial um conjunto de bens, ferramentas, máquinas, equipamentos, tecnologias, insumos, enfim, tudo o que é necessário para que um empreendedor exerça suas atividades econômicas.

O proprietário do empreendimento a ser arrendado se denomina arrendador e a terceira pessoa para a qual esse arrendador transfere o uso temporário do negócio é chamada de arrendatário.

Não se deve confundir a figura da pessoa jurídica (ou seja, o arrendador) com o estabelecimento, objeto do contrato de arrendamento.

Em outras palavras, o que está a ser negociado são todos os bens pertencentes a empresa, como se fosse uma espécie de “empréstimo” que o proprietário faz para um outro indivíduo. Este, por sua vez, não se torna o “dono”, mas usufruirá de todo o aparato que integra o posto de combustível e, obviamente, de seus rendimentos.

Existem leis para regulamentação específica desse tipo de contrato. Segundo o Código Civil (artigo 1.444 e Lei 10406/02), para que o arrendamento seja considerado legítimo e tenha validade legal, é imprescindível a elaboração de um contrato por escrito, o qual, por sua vez, necessita ser devidamente registrado na Junta Comercial e publicado em Diário Oficial.

O contrato do arrendamento de posto de combustível deverá ser obrigatoriamente elaborado por um advogado, levando em conta o que foi acordado entre arrendador e arrendatário.

O proprietário, portanto, deve negociar previamente quais as condições gerais para que o arrendamento ocorra, particularmente requisitos de preço, condições para pagamento, prazo de vigência etc. No período que o estabelecimento estiver arrendado, o proprietário não pode, de forma alguma, ser concorrente direto do arrendatário.

Como proceder para arrendar um posto de combustível?

Postos de combustível tendem a possuir uma clientela constante. As pessoas, de modo geral, selecionam aqueles de sua preferência baseado em elementos como a facilidade e praticidade.

Trata-se de um negócio com boas possibilidades de lucro e que, como não podia deixar de ser, apresenta certas particularidades. No entanto, montar um posto do zero, comprando todos os equipamentos, máquinas e assim por diante, representa um investimento elevado e, para a maioria dos empreendedores, impeditivo.

Sendo assim, arrendar é uma alternativa viável para quem não pode dispor de todo o capital necessário para iniciar o próprio negócio nessa área.

Porém, é preciso observar uma série de coisas antes de prosseguir com as negociações. Citamos, a seguir, alguns pontos a serem considerados na avaliação do posto a ser arrendado. Confira.

Estrutura

É preciso fazer uma boa avaliação da estrutura do posto, verificar se ele tem um tamanho considerável, minimamente razoável para atender ao fluxo esperado de veículos. Deve-se averiguar, também, se é necessário realizar alguma reforma e quanto isso custaria.

O local deve apresentar elementos básicos, tais como: tanques subterrâneos para armazenar os combustíveis, bombas e filtros, compressores de ar, instrumentos para lubrificação, balança de ar, entre outros.

Quanto mais serviços você desejar oferecer aos seus futuros clientes, mais objetos e infraestruturas serão necessárias. Em seguida, relacione essa necessidade com o espaço disponível.

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Fluxo de movimento

Devido, sobretudo, aos investimentos envolvidos, procure saber se o estabelecimento possui um bom fluxo de movimento, capaz de gerar lucros suficientes para dar um retorno ao capital aplicado, de modo que o negócio compense e prospere.

Sentido da via

O sentido da via tem uma relevância maior do que comumente se imagina, podendo influenciar diretamente na intensidade do fluxo de automóveis. Uma das razões para isso é que se o sentido for “fora de mão” do fluxo maior de veículos, as pessoas terão mais dificuldades para abastecer, o que pode prejudicar a movimentação.

Tamanho da área locada

É absolutamente necessário observar se o tamanho do posto vai atender as ideias que o revendedor tem para o novo negócio. Afinal, as dimensões ideais não são as mesmas, por exemplo, para um empreendimento focado em carros de passeio e para um voltado ao abastecimento de zonas rodoviárias, nas quais há transporte de cargas e constante circulação de caminhões.

Tempo de duração e volume de vendas do posto anterior

Averiguar por quanto tempo o empreendimento anterior permaneceu em funcionamento e qual o volume de vendas que tinha. Se os números não forem tão animadores, então, poder ser necessário efetuar melhorias e captar mais público.

Contrato em vigência com distribuidoras

Esse é outro ponto essencial para negócios dessa natureza. Para ter sucesso nas negociações e obter o financiamento da distribuidora, é preciso ter em mão dados precisos sobre o volume de vendas, que é o fator mais importante para ela.

Independentemente de outras preocupações, elaborar um plano de negócios é, de fato, crucial, pois é com sua ajuda que a distribuidora será mais facilmente persuadida das potencialidades do seu empreendimento.

Prazos contratuais e direito de renovação

Há dois contratos que precisam de atenção aqui: o do arrendamento em si e os possíveis acordos que o posto estabeleceu anteriormente com a distribuidora. O contrato do arrendamento dever ter uma duração suficiente para trazer retorno do investimento, gerando lucros.

Essa é uma questão da máxima importância. Portanto, verifique a situação do posto no contrato com a distribuidora, no que tange aos direitos, deveres, especificações e tempo restante.

Due diligence

A due diligence diz respeito a uma série de ações de cunho investigativo que deve ser feita antes de uma negociação empresarial, tanto por quem almeja se tornar arrendatário, quanto pelo arrendador. Ela possibilita uma avaliação profunda de aspectos visíveis e não visíveis do negócio, para evidenciar sua real situação. Deve englobar ações jurídicas, contábeis, societárias e outras, de forma a dar mais segurança à operação.

Qual a importância de avaliar a viabilidade de arrendar um posto de combustível?

Esses são alguns aspectos essenciais a se considerar por quem deseja arrendar um posto de combustível. Contudo, não podemos finalizar este artigo sem recomendar, fortemente, a elaboração de um detalhado plano de negócios que contemple um estudo aprofundado do mercado, do público a ser atingido e que, sobretudo, ajude a empresa a manter a consistência do discurso comunicado aos clientes.

Todo cuidado é sempre bem-vindo e, portanto, é fundamental averiguar se é um investimento que vale a pena ou não, a fim de evitar perda de tempo, dinheiro e energia e, paralelamente, aumentar as chances de sucesso.

Gostou do nosso artigo? Se restou alguma dúvida sobre o que observar e como proceder para arrendar posto de combustível, deixe um comentário no post!


cortar custos

Da faculdade para o Posto

Sou de família de revendedores do interior de MG,da terceira geração. Em 2004 me formei em Administração em Belo Horizonte, trabalhei em outras empresas e em 2009 decidi voltar para os negócios da família. Foi uma decisão difícil, mas mais difícil ainda era o que estava por vir.

Cheguei cru ao posto, mas acostumado com reuniões com equipe de vendas e implantação de metas e comissionamento. Só que, fazer subir as vendas de combustível sem mexer no preço é extremamente difícil. Mesmo focados em um excelente atendimento,  mesmo assim era difícil crescer mais de 5% ao ano,e isso de certa forma era extremamente frustrante.

O desafio de aumentar as vendas de lubrificantes e aditivos foi muito mais fácil, quase triplicamos as vendas em pouco tempo, apenas com os treinamentos em noções básicas de lubrificantes e a diferença entre eles foi o suficiente para melhorar as vendas. O conhecimento do produto, bem como de sua aplicação é fundamental para uma melhor abordagem do frentista com o cliente.

Nossas vendas estouraram quando implantamos o nosso sistema próprio de fidelidade, crescemos 40% em 90 dias, o posto começou a ter congestionamento e então construímos e inauguramos um novo posto bem próximo. Naquele momento eu consegui aplicar na prática minhas ideias e a ter mais confiança para novos projetos.

Acredito muito que a nova geração pode transformar o posto de combustível, já que é mais conectada aos cliente. Um exemplo disso é o revendedor do ClubPetro em Palmas, o Guilherme Cezarino, do Posto Modelo. Ele passava pela mesma dificuldade que eu, com desconfianças e com a implantação do sistema de fidelidade conseguiu mudar o patamar de vendas do posto. Ele potencializou o seu negócio sem abaixar o preço de bomba.

Não há mais espaço pra brigas por preço, as margens pequenas e os custos altos não permitem mais isso. O revendedor da nova geração precisa utilizar a arma que ele tem de melhor: a informação. Aliado a isso, tem que identificar o perfil de consumo do cliente e potencializar o seu negócio ou o de sua família. O novo perfil de revendedores entende o quanto é predatório esse modelo de contrato com a distribuidora, sabe que o banco de dados tem que ser do revendedor.

De que adianta participar de um programa de fidelidade da distribuidora se o banco de dados fica pra ela? Como posso brigar contra um posto que conhece o seu cliente? Como saber quem não abastece mais comigo? Como potencializar minhas vendas buscando inativos? São perguntas que uma nova geração de revendedores munidas de novas ideias aliadas à tecnologia irão responder.

E foi por isso que criei o o ClubPetro, para mudar o mercado. O revendedor agora tem a informação e isso vale muito, isso arrebenta qualquer concorrência. Com a implantação do sistema, qualquer  posto pequeno pode brigar contra o grande, o revendedor sem recursos concorre diretamente contra o mais rico, com grande chance de vencer. Temos em nosso histórico clientes que cresceram como nunca pensaram crescer. Um programa de fidelidade próprio: isso irá transformar o seu negócio!

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