gestão de postos de combustíveis

Gestão de postos de combustíveis: o que você precisa saber

A gestão de postos de combustíveis precisa ter um cuidadoso planejamento, para que possa ser eficiente, lucrativa e igualmente muito segura. O revendedor deve prezar pela implementação das melhores práticas de gestão no seu dia a dia.

Ao longo deste artigo, apresentaremos dicas para ajudar você a gerenciar o seu posto da melhor forma possível. Boa leitura!

A importância e os benefícios de uma boa gestão de postos de combustíveis

Assegurar uma gestão organizada em termos financeiros, técnicos e administrativos é essencial a todos revendedores, que precisam ter uma visão direcionada para garantir operações rentáveis e transparentes, que impulsionem o crescimento da empresa e proporcionem lucratividade.

Com uma boa gestão, fica mais fácil mensurar os resultados produzidos pelo posto e viabiliza ao gestor a possibilidade de controlar os gastos, reduzindo custos.

Desse modo, torna-se viável efetuar comparações e análises entre os meses e fazer a identificação das condições em que o posto se encontra, antes e depois da implementação de uma série de medidas.

As melhores dicas para fazer uma boa gestão de postos de combustíveis

Veja as 5 melhores dicas de como fazer uma boa gestão de um posto de combustível.

Efetue um rigoroso controle sobre os impactos ambientais

Um posto jamais pode se esquecer do meio ambiente.  Existem resoluções e normas que regulamentam e impõem que essa modalidade de empreendimento demonstre e pratique ações em prol da questão ambiental, demonstrando preocupação e, assim, legitimando sua existência.

É fundamental que o posto tenha uma gestão ambiental rigorosa, que reduza e amenize os problemas relacionados à poluição, como o vazamento de combustíveis.

Um exemplo de como controlar os riscos ambientais é checar frequentemente as bombas e as válvulas, além de elaborar um plano de contenção, na eventualidade da ocorrência de algum problema de grandes proporções, como uma explosão.

Aprimore o atendimento aos clientes

Você certamente está ciente de que o nível de atendimento realizado em seu estabelecimento é uma das principais razões para que alguém volte ao seu posto. Sendo assim, é simplesmente crucial dedicar uma dose especial de atenção e empenho a esse quesito.

O momento do atendimento ao cliente é justamente o mais perfeito para o posto oferecer e vender uma série de outros produtos e serviços, como palhetas de para-brisa, aditivos, lubrificantes, trocas de óleo, lavagem completa do veículo e assim por diante.

Os frentistas, diante desse contexto, podem e devem ser treinados com excelência, atualizando e aprimorando suas técnicas, competências e habilidades de atendimento. São eles que transmitirão uma imagem positiva do negócio e, assim, conquistar e fidelizar clientes, ganhando confiança, credibilidade e simpatia deles.

Invista em segurança

Os postos de combustíveis são um tipo de estabelecimento comercial muito visado pelos criminosos. Isso é ainda mais forte no caso dos postos localizados mais afastados dos centros urbanos ou que funcionam 24 horas.

Em vista disso, a gestão deve, obrigatoriamente, investir na implementação de medidas de segurança. Essas medidas precisam visar a segurança do patrimônio, dos funcionários e dos clientes.

Esses itens de segurança podem ser, entre outros exemplos:

  • equipamentos de segurança;
  • alarmes;
  • câmeras;
  • vigilância na movimentação;
  • guardar pouco dinheiro em caixa.

Um exemplo simples e eficaz de segurança em postos é o que acontece em Itabira, interior de MG. Revendedores e Polícia Militar do município se uniram e criaram um aviso em formato de adesivo ou topo de bomba, onde exigem que motociclistas retirem seus capacetes ao parar as motos próximas às bombas. Já contamos aqui no blog como essa medida reduziu a 92% o índice de assaltos nos postos.

Aposte na loja de conveniência

Ter uma loja de conveniência em seu posto é uma excelente forma de ampliar o mix de produtos e serviços, podendo gerar ótimos lucros. Mas vale lembrar que, para que seja de fato rentável, é preciso que seja bem gerida e administrada.

Tenha em mente que esse tipo de negócio é uma espécie de plus, de acréscimo em relação às atividades prioritárias do posto. Dessa forma, a loja de conveniência precisa ser bastante atrativa e interessante.

Um bom design, aliado a uma identidade visual marcante, certamente chama a atenção do consumidor. O planejamento das gôndolas e a disposição dos produtos despertarão a vontade de consumo pelo cliente.

Monitore os indicadores de desempenho

Depois de todas essas e muitas outras práticas de gestão, é essencial que se aplique indicadores de desempenho e se faça o devido monitoramento deles.

É dessa maneira que será possível acompanhar os resultados obtidos pela sua empresa e, com os dados em mãos, tomar decisões mais ágeis e eficientes.

Os impactos positivos de uma boa gestão de postos de combustíveis são inúmeros. É por meio de uma gestão eficaz que o empreendimento terá plenas condições de se manter e de expandir os negócios, se tornando cada vez mais próspero.

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abordagem ao cliente

Abordagem do cliente: como e qual produto oferecer acertadamente

A abordagem do cliente é um tema de preocupação por parte dos gestores de postos de combustíveis. Para vender mais é absolutamente necessário saber como se comunicar com os clientes e, também, efetuar as vendas de modo persuasivo e cada vez mais eficiente.

Pensando nisso, ao longo deste artigo, apresentamos a abordagem mais indicada para atrair e reter os clientes em seu posto, a fim de promover a transação de outros produtos e serviços, tais como duchas, trocas de óleo, produtos automotivos e assim por diante.

Vamos mostrar como e quais produtos oferecer acertadamente. Boa leitura!

Qual a importância de fazer uma boa abordagem do cliente?

Um dos principais objetivos de uma boa abordagem é conseguir aumentar o número de vendas de produtos automotivos em seu posto.

Quando o cliente é abordado da maneira certa, ele se sente mais convencido e consequentemente mais compelido em adquirir os produtos e serviços oferecidos, além de ficarem mais satisfeito em ter produtos e serviços que vão melhorar a sua experiência com seu carro.

Outra razão importante para uma boa abordagem do cliente é o aumento nas oportunidades de venda de produtos e serviços, inclusive de produtos agregados e igualmente de serviços especializados.

Porém essa não é uma tarefa fácil. Em teoria, parece tudo muito simples. No entanto, a prática é bem mais complexa do que parece. Muitos clientes aparentam sempre muita pressa e boa parte das vezes creem não ter tempo o bastante para comprar algum produto e menos ainda para receber determinados serviços.

É preciso saber de modo claro e preciso como fazer isso, além obviamente de ter conhecimento de quais são os melhores produtos oferecer ao público consumidor.

Treine seus frentistas com foco no atendimento, agilidade e qualidade do serviço prestado.

Quais produtos oferecer e como vendê-los corretamente?
Confira, a seguir, excelentes dicas de produtos e serviços que você pode oferecer em seu posto de combustível e o que fazer para garantir a eficiência desse processo:

Conferência do óleo
Após o abastecimento, ofereça como cortesia a verificação do óleo. Apresente ao motorista a vareta de medição de óleo com um posicionamento de qual a melhor decisão ao cliente, seja completar o óleo, trocar por completo ou simplesmente mostrar que está de acordo com as especificações.

Aditivos
No momento em que o frentista estiver conferindo o óleo aproveite para conferir a água do radiador, novamente como cortesia, ele pode aproveitar esse momento e buscar vender aditivos. Os aditivos são importantes para aumentar o ponto de ebulição da água do radiador e evitar a evaporação e problemas ocasionados por isso.

Combustível para reservatório
Os carros que são de modelo flex, ou seja, são movidos a dois tipos de combustíveis diferentes, têm um pequeno recipiente que recebe o nome de tanquinho ou reservatório, onde se armazena gasolina, com o objetivo de facilitar o acionamento do motor em locais muito frios. O frentista pode oferecer o combustível, reforçando a necessidade da manutenção.

Palhetas do para-brisa
Como cortesia ou por um preço módico, o frentista pode efetuar a limpeza dos espelhos e vidros, produzindo uma sensação de satisfação no cliente, afinal, essa limpeza aumenta a segurança do veículo. Esse é o momento perfeito para oferecer ao cliente a troca das palhetas, sobretudo se estiverem secas ou cortadas/rachadas. As palhetas de silicone são uma novidade que está com muito sucesso nas vendas.

Fluído para freios
Quando um cliente vai abastecer, ele por vezes usufrui dessa brecha para fazer uma calibragem dos pneus. Você pode oferecer ao cliente fazer essa calibragem, gratuitamente e oferecer fluído para freios. Os fluidos de freio tem validade e deve ser observado a real especificação, pois varia de DOT3, DOT4, DOT5…

A abordagem do cliente se constitui em uma formidável estratégia de vendas. É o cuidado com essa prática que vai conquistar o cliente, deixando-o mais encantando e, portanto, muito mais propenso a adquirir produto e serviços do seu posto.

Além de ofertar produtos é importante que o frentista tenha atenção ao cliente e ofereça cortesias para fidelizar o motorista, desde lavagem de para-brisa, calibragem de pneus, tampinha para o bico dos pneus…

A melhor opção é deixar claro que você tem muito mais a oferecer para a sua clientela do que a concorrência. Busque sempre agregar mais valor ao seu serviço e produto, usando de uma abordagem persuasiva e eficaz.

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O que diz a lei sobre atestados médicos?

A Revista Postos e Serviços, publicação da Resan – Sindicombustíveis de Santos e Região, trouxe, em sua edição 266, de fevereiro de 2018, um artigo em que trata sobre o que diz a lei sobre atestados médicos.

Abaixo você pode ler trechos do artigo, que está na página 12 do periódico.

Qual prazo para empregado entregar atestado médico após o início da licença?

No tocante ao prazo para entrega de atestado a CLT é omissa. Portanto, pode o empregador, por meio de regulamento interno, fixar prazo para a entrega do atestado médico. Devendo no caso de inexistência de norma interna, prevalecer o bom senso, sendo possível a entrega de atestado por membro da família do funcionário.

O atestado pode ser entregue por email ou xerocopiado?
A forma de entrega é indiferente, mas é prudente que seja feito protocolo com data de entrega.

Se tiver dúvida sobre a CID colocada no atestado pelo médico, a empresa pode solicitar uma perícia médica?
Caso a empresa tenha qualquer tipo de dúvida sobre a veracidade do atestado, o indicado é enviar notificação
ao médico que assinou o atestado (clínica, Secretaria de Saúde etc) para que o mesmo comprove a veracidade do documento. Cabe ressaltar que quando o funcionário fica afastado por longo período, deve passar por um médico conveniado com a empresa antes de retornar ao trabalho para haja a certeza de que ele está apto para retornar às suas funções.

Em que situações o documento pode ser contestado pelo empregador?
O atestado pode ser contestado por divergência grafotécnica, rasura , ou se feito com data retroativa.

O que diz a legislação quanto à situações envolvendo fraudes no documento apresentado?
A falsificação de atestado médico configura ato de improbidade, infração contratual de natureza grave prevista
no art. 482. Logo que confirmada a fraude, a empresa pode realizar a dispensa do empregado por justa causa.
Lembrando sempre que a punição tem que ser dada logo após a investigação e constatação da falsificação
sob pena de ser considerado perdão tácito

Fonte: Rodrigo Julião, advogado trabalhista conveniado ao Sindicombustíveis Resan

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liderança

"Liderança como exemplo": 6 passos para influenciar seus colaboradores

Uma boa gestão é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Tão importante quanto estabelecer metas é a adesão de toda equipe, já que será ela quem estará na linha de frente das operações realizando as abordagens e procedimentos que contribuirão para o alcance do resultado pretendido, sendo assim, o seu modelo de liderança está diretamente relacionado ao desempenho do seu time.

Nesse contexto, é obrigatório para o êxito de qualquer planejamento que todo o grupo se comporte conforme as diretrizes passadas pelos gestores, e isso nem sempre é fácil, mesmo estando o administrador investido de toda autoridade que a função lhe compete. Então, percebe-se que a forma mais eficiente de conseguir isso, com certeza, é através o papel de líder.

Liderança e autoridade formal são coisas diferentes, já que a primeira nem sempre depende da autoridade institucionalizada, e sim da influência que alguém exerce em um grupo.

Continue conosco e saiba como melhorar a sua liderança e dê um “up” na performance do seu time.

1 – Conheça suas rotinas na prática

Nada melhor do que conhecer o funcionamento de processos antes de realizar mudanças ou opinar sobre elas e para que isso aconteça muitas vezes é crucial ir para onde tudo acontece: pista, escritório ou loja de conveniências.

Não adianta apenas estabelecer metas e mudanças, é fundamental saber se elas realmente irão contribuir para melhores resultados. Envolver-se atividades ajudará você a ter uma ideia mais ampla das dificuldades os trabalhadores enfrentam.

Um questionamento que muitos trabalhadores têm é se quem ordena se comportaria de acordo com as instruções passadas. Separar momentos para se envolver em outras rotinas da empresa que não a sua, além de ajudar a responder essa questão na prática, lhe dará uma noção mais ampla do funcionamento do negócio.

2 – Dê voz à sua equipe

Ninguém é melhor para opinar sobre questões relacionadas às práticas operacionais cotidianas do que seus funcionários.

Perceba que, caso siga o passo anterior, mesmo que ele possibilite uma melhor gestão através da ampliação dos seus horizontes, sua experiência será tida baseando-se nas suas experiências de gestor, e pode ser muito diferente da visão de lida com a atividade no dia a dia dos seus funcionários.

Exemplo disso ocorre quando você acredita ser necessário contratar mais pessoas para agilizar o atendimento aos clientes que chegam para abastecer e ao conversar com o seu chefe de pista percebe que apenas remanejar a escala de trabalho pode resolver o problema.

Além disso, ouvir seu grupo proporciona maior engajamento e senso de participação, o que contribui para uma maior identificação, senso de participação e felicidade, ao perceberem que também são sujeitos ativos para a implementação de melhorias nos processos da empresa onde trabalham.

3 – Liderança como exemplo: saiba que antes de fazer, é indispensável saber o que fazer

Saber como desempenhar suas atividades é essencial em qualquer profissão, tratando-se de postos de combustíveis esse aspecto torna-se ainda mais relevantes, devido à necessidade de contato frequente com substâncias que representam riscos a todos que trafegam no ambiente.

Pessoas bem treinadas adotam comportamentos seguros, evitam situações de risco, e, caso ocorram, estarão preparadas para tomarem as melhores decisões, além disso, têm mais facilidade de encantar clientes e geram mais vendas para seu posto de combustíveis.

Funcionários prestativos, eficientes e educados são diferenciais no seu negócio.

Ao treiná-los também considere como deverão se apresentar, atitudes que contribuem para uma boa convivência, regras dos procedimentos e controles internos e outros fatores que eles estejam relacionados de forma direta ou indireta.

Saber a importância que o treinamento tem para sua equipe é exemplo de que você está preocupado com o bom rendimento dos seus contratados.

4 – Delegue funções, permita que seus funcionários trabalhem e respeite hierarquias

Lembre-se: você não pode cuidar de tudo sozinho. Leve esse aspecto em consideração ao formar sua equipe.

Perceba que, de antemão, é fundamental que conheça o perfil de maturidade de cada um dos seus colaboradores. A partir dessa informação é que você irá definir como as ordens serão delegadas:

  • funcionários inexperientes exigem um acompanhamento inicial mais próximo;
  • colaboradores com mais experiências técnicas, comportamentais e mais maturidade emocional podem ter mais autonomia.

A percepção do grau de preparo de seus funcionários para receber novos desafios  demanda contínua atenção, já que para se delegar tarefas, é primordial que o gestor sinta que seu funcionário possui capacidade para realizar o que lhe foi proposto. O acompanhamento constante, até mesmo de você como um gestor, é imprescindível se deseja o desenvolvimento de sua carreira.

Porém, nada adianta dar autoridade a terceiro e posteriormente não respeitar as decisões tomadas por essa pessoa.  Lembre-se que a cadeia de liderança deve ser respeitada, não importa de qual nível hierárquico estamos falando. Agir de outra maneira contribui para desestruturar a organização e promover confusões.

Oriente seus funcionários sobre cada etapa do processo, deixe clara as funções de cada membro. Cobre resultados mas dê espaço para que eles trabalhem. O micro gerenciamento pode ser uma pedra de tropeço para gestores de postos de combustíveis, pois impedem minam o tempo que o gestor poderia estar utilizando em atividades que poderiam trazer maiores resultados para a empresa, como melhorando as estratégias de vendas, mas perceba que em alguns casos ele deve ser feito.

Confie tarefas a terceiros, mas também cobre por resultados e auxilie em dificuldades que eventualmente surjam.

5 – Traga a responsabilidade para si

A construção de um vencedor é um processo realizado diariamente através de um percurso longo e com muitos desafios.

Manter esse título é outra grande competição, que lhe obrigará a querer se superar cada vez mais, e nada contribui mais para isso do que trazer para si as responsabilidades de suas escolhas.

Adotar esse comportamento lhe permitirá aumentar o seu conhecimento, além de ganhar a admiração e a confiança da sua equipe, e nada melhor do que isso para fazer com que seus subordinados tenham uma maior identificação com você e se envolva plenamente com os seus projetos.

6 – Pratique a liderança através do seu exemplo

Se a formação de um chefe demanda apenas a investidura de autoridade conferida pela empresa em que você trabalha, desenvolver uma boa liderança, cujas orientações são acolhidas e praticadas com prazer por seus subordinados, requer muito mais do que isso, é necessário que suas ações estejam alinhadas com o seu discurso.

Nesse aspecto, o velho mantra usado por muitos de “faça o que eu digo e não faça o que eu faço” mina a credibilidade de qualquer pessoa que esteja assumindo a liderança de um grupo, e isso terá impacto direto nos resultados financeiros da empresa, pois poderá resultar em funcionários insatisfeitos, e como consequência problemas com retrabalho, prejuízos com erros e perda de clientes insatisfeitos.

A liderança a como exemplo é uma das maneiras mais eficientes de motivar e influenciar colaboradores em prol dos objetivos do seu posto de combustíveis.

Perceba que construir a liderança como exemplo é um processo que deve ser realizado aos poucos, em que cada ação conta.

Demonstrar preocupação com o rendimento do seu grupo; saber como funciona seu trabalho na prática; proporcionar maneiras que ajudem o desempenho de funções; como treinamentos; e não culpar os outros por seus erros são algumas das formas que devem ser incorporadas ao seu estilo de liderança para melhorar a adesão da sua equipe.

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carros eletricos

O que você precisa saber sobre carros elétricos

Os carros elétricos se destacam por poluírem menos em comparação aos veículos a gasolina e etanol, além de proporcionarem economia aos proprietários. Segundo o Emotive (Programa de Mobilidade Elétrica da CPFL Energia), o gasto do automóvel movido a energia elétrica é 84% menor em relação aos carros tradicionais.

O processo simples de manutenção e a chance de redução ou dispensa do pagamento do IPVA são outras vantagens oferecidas pelo carro eletrônico.

Neste post, vamos destacar um panorama dos carros elétricos no Brasil e no mundo. A intenção é mostrar como essa modalidade de automóvel está, aos poucos, ganhando espaço. Confira!

Entenda o cenário dos carros elétricos no Brasil e no exterior

No Brasil, foram comercializados, em 2017, 3.296 carros híbridos e elétricos. Esse número representa somente 0,15% dos 2.239 milhões de automóveis vendidos, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Esse resultado poderia ser bem melhor, caso houvesse uma maior definição sobre o Rota-2030 (programa governamental que prevê incentivo fiscal para os automóveis movidos a energia elétrica). Isso faz com que alguns fabricantes, como a Hyundai, estejam receosos de investirem no Brasil.

Por outro lado, a Nissan e a Volkswagen estão mais animadas em comercializar no país os modelos com foco na preservação ambiental. Esse cenário tem como ponto favorável a decisão do Governo Federal de reduzir, em 2018, a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 7% (a mesma adotada para os modelos 1.0).

Essa medida contribui para que mais montadoras estejam interessadas na produção e importação dos carros elétricos. A Toyota, a Volvo, a Renault e a Chevrolet devem comercializar esse tipo de automóvel no território nacional nos próximos dois anos.

Para ter uma ideia de como o mercado de carros elétricos no Brasil ainda pode crescer, o número de modelos elétricos e híbridos comercializados aqui foi de 5,9 mil unidades, no período de 2011 a 2016. Os dados são de pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas.

Algumas medidas já foram adotadas para impulsionar o mercado de veículos movidos a energia elétrica. Em 2015, o Governo Federal diminuiu o Imposto de Importação para os automóveis elétricos e hídricos de 35% para 7%. Nos estados do Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, houve isenção ou redução do IPVA para os proprietários desses automóveis.

Programa

Em 2006, foi lançado o Programa Veículo Elétrico (VE), que envolve uma parceria entre a Itaipu Binacional e a KWO (Kraftwerke Oberhasli AG), responsável por controlar usinas hidrelétricas na Suíça.

A meta é pesquisar alternativas de veículos elétricos que possam ser tecnicamente e economicamente viáveis. Outro objetivo é diminuir o impacto ambiental provocado por fontes de energia sujas, como o álcool e a gasolina.

O trabalho desenvolvido pelo VE possibilitou que mais de 80 protótipos de carros movidos a eletricidade fossem desenvolvidos pelo Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos (CPDM-VE), que funciona em Itaipu.

A iniciativa viabilizou a produção do Palio Weekend por meio de parceria com a Fiat. Na versão elétrica, esse veículo tem autonomia de 100 quilômetros e pode atingir uma velocidade máxima de 110 km/h. A bateria pode ser recarregada em 8 horas. Esses protótipos apenas circulam na usina de Itaipu e em outras unidades da Eletrobras. Em 2014, o Programa VE começou a montagem de 32 modelos do Renault Twizy.

Essa ação prioriza aumentar o nível de índice de nacionalização dos itens utilizados nos carros elétricos e fazer com que mais fornecedores de peças (brasileiros e paraguaios) possam entrar no mercado.

Outra atividade importante do VE foi a parceria feita entre a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro de Excelência para a Inovação da Indústria Automóvel (Ceiia), de Portugal. No final de 2016, o acordo foi responsável pela inauguração do Sistema de Compartilhamento Inteligente (SCI), para compartilhar automóveis elétricos.

A iniciativa tem como foco atender, inicialmente, os funcionários da Itaipu e do PTI que necessitam se deslocar na área brasileira da usina. As movimentações são registradas pelo aplicativo chamado Mob-i.

Mudança na conjuntura internacional

No Brasil, os carros elétricos estão acessíveis somente para uma pequena parcela de consumidores. Isso ocorre por motivos que englobam a política energética e os custos desse tipo de veículo.

Na Europa, a questão ambiental está fazendo com que os governos incentivem a fabricação de automóveis movidos a eletricidade. Na França, não serão mais vendidos carros a álcool, a gasolina e a diesel a partir de 2040. A medida tem como foco respeitar os parâmetros estabelecidos no Acordo Internacional de Paris contra as mudanças climáticas.

O governo do Reino Unido também já anunciou que pretende acabar com a venda de carros novos e vans que usam gasolina e diesel até 2040. Essa ação visa diminuir ao máximo as taxas de dióxido de nitrogênio nas estradas.

Na China, a preocupação com o meio ambiente também obrigou o governo a determinar que, em 2019, 10% das vendas de automóveis devem englobar modelos elétricos ou híbridos. No ano seguinte, esse índice será de 12%.

Outro fator que favorece a expansão dos carros elétricos no mundo é a vontade de as montadoras investirem nessa modalidade de automóvel. A Volkswagen planeja injetar mais de 50 bilhões de euros para desenvolver veículos movidos a eletricidade. O foco é superar a Tesla na fabricação desses carros até 2020.

A Toyota pretende vender, até 2030, 5,5 milhões de veículos eletrificados, por ano. A General Motors planeja ter 20 tipos de veículos totalmente elétricos até 2023. A meta é ser mais competitiva na Europa, nos Estados Unidos e nos países do Mercosul.

É inegável que os carros elétricos terão uma participação bem mais expressiva no mercado automobilístico nos próximos anos. Essa tendência será facilmente percebida no Brasil e no exterior.

Para empresários do segmento de combustíveis estarem mais atentos às novidades do setor, uma boa dica é adotar o software ClubPetro, que permite gerenciar as preferências dos consumidores e o comportamento da concorrência, com um programa de fidelidade próprio e exclusivo para postos de combustíveis.

Se você quer mais informações sobre o mercado de combustíveis e informações como essas que escrevemos hoje, a dica é assinar a nossa newsletter. Sem dúvida, o conhecimento nos qualifica para inovar com mais qualidade!

Descubra 4 vantagens de um programa de fidelidade próprio.


contribuição sindical

Contribuição Sindical: pagar ou não?

A contribuição sindical ainda é objeto de dúvida de empregados e empregadores e nos últimos tempos a Reforma Trabalhista a fez tornar um dos assuntos mais comentados.

Entender o que é a contribuição sindical, sua finalidade, os diferentes tipos, a importância do papel dos sindicatos e como a lei trabalhista irá influenciar no recolhimento é importante para todos que possuem algum sindicato vinculado a sua atividade, principalmente, daqueles em que a fiscalização trabalhista está mais presente, como é o caso de postos de combustíveis.

Entenda no artigo de hoje mais sobre a importância de da contribuição sindical para empresas e funcionários.

Contribuição sindical: você sabe para que ela serve?

Os sindicatos são  organismos formados por empregados de uma mesma profissão ou empresas de um determinado grupo que buscam dar voz às demandas e proteger direitos dos seus representados.

A contribuição sindical e a Nova Lei Trabalhista

Antes de vigorar a Nova Lei Trabalhista, trazida pela reforma ocorrida em 2017, trabalhadores eram obrigados a contribuir uma vez ao ano para o seu sindicato com o valor relativo a um dia de trabalho, o qual já vinha descontado na folha de pagamento. Empresas também deveriam pagar um valor anualmente referente à contribuição sindical.

Agora a contribuição sindical não está extinta, mas seu pagamento tornou-se facultativo.

O fim da obrigatoriedade de contribuir é um estímulo a mais para fortalecer a atuação dos sindicados, já que terão que se tornar mais efetivos e participativos a fim de justificar a manutenção e captação de novos membros.

Quais as vantagens para os postos de combustível no pagamento da contribuição sindical?

Os benefícios de se pagar a contribuição sindical podem ser inúmeros, mas isso dependerá  muito do sindicato e da gestão que ele desenvolve.

Um bom exemplo de um sindicato atuante é o Minaspetro, que é um sindicato patronal. Abaixo temos algumas das vantagens em ser um de seus associados:

  • Assessoria comercial;
  • Assistência jurídica;
  • Auditório e salão de festas;
  • Recebimento periódico de circulares;
  • Recebimento de clipping eletrônico;
  • Congressos sobre temas pertinentes ao setor;
  • Possui várias diretorias regionais;
  • Acesso gratuito ao Jornal Estado de Minas Online;
  • Orientações sobre temas específicos;
  • Promoção de plestras sobre temas variados que possam auxiliar no cotidiano dos trabalhadores e gestores de postos de combustíveis;
  • Acesso à revista Minaspetro, que divulga informações importantes para o setor;
  • Treinamentos diversos.

O Minaspetro surgiu em 1959, e hoje possui cerca de 1640 associados, e suas ações lhe garantem a posição de um dos sindicatos brasileiros mais bem estruturados. Além disso, é um sindicato participativo e que se preocupa com o desenvolvimento de seus parceiros, e por conta disso, se envolve ativamente em assuntos diretamente ligados aos seus representantes, bem como palestras e ações de treinamentos, constantes.

No estado de Minas Gerais se encontram algumas Regionais e a maioria delas já conta com escritórios abertos disponíveis para prestar atendimento jurídico-trabalhista.

Todos os sindicatos são atuam de maneira efetiva e organizada?

Nem sempre os sindicatos atuam da maneira como se propõem, e por isso é necessário pesquisar antes de se associar ao sindicato da sua categoria.

Exemplo disso são aqueles que não estão envolvidos com os assuntos relacionados às demandas da classe ou que se comportam de maneira inadequada e acabam por desfavorecer aqueles que deveriam representar. Um desses casos aconteceu no Ceará, onde cerca de 25 pessoas com identificação do Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sinpospetro – CE) invadiram área particular de um posto de combustível para realizar ato em março de 2018, manifestação essa que terminou em tumulto.

Vale a pena pagar essa contribuição?

O pagamento da contribuição sindical é importante para financiar as atividades do sindicato, visto que o funcionamento da entidade envolve a participação de diferentes profissionais: da área jurídica, administrativa e operacional; bem como a aquisição de materiais diversos. Sem ela a continuidade das operações ficará comprometida.

A atuação do sindicato busca melhorias para a classe que está representando e a contribuição sindical serve como estímulo para que a entidade continue agindo em prol da defesa de direitos e na busca por mais benefícios para a categoria.

Percebemos até aqui que a criação de sindicatos é garantida em lei e uma conquista fundamental à promoção de um Estado democrático, sendo essencial para o equilíbrio nas negociações dos direitos e deveres entre empresas e trabalhadores.

É sabido pela maioria dos contribuintes que nem todos os sindicatos agem de maneira a cumprir com seus propósitos, mas espera-se que as mudanças trazidas com a Reforma Trabalhista contribuam para mudar essa realidade.

Dessa forma, antes de decidir em filiar-se a um sindicato e recolher sua contribuição sindical é importante se questionar sobre o comportamento da entidade, quais os benefícios ela já realizou diretamente para a classe e se esse é um investimento que realmente compensa ser feito.

Como tem sido a sua experiência em relação aos sindicatos? Conte para a gente nos comentários abaixo!

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licenças necessárias

Licenças necessárias para postos: saiba agora quais são!

Abrir um posto de combustível no Brasil não é tarefa fácil, além de toda burocracia, também existem várias licenças necessárias que precisam ser respeitadas.

Atender à legislação voltada para essa área exige bastante cuidado, e atentar-se para esse aspecto é algo que deve ser feito desde as fases iniciais de implantação, ao se realizar o registro da empresa e obtenção de licenças necessárias para postos de combustíveis funcionarem dentro da legalidade.

Você sabe em quais órgãos deve registrar seu negócio?

Como as demais empresas, ao abrir um posto de combustíveis é necessária a realização de cadastro junto a órgão específicos.

Dentre eles temos:

  • Junta Comercial;
  • Receita Federal do Brasil;
  • Secretaria da Fazenda Estadual.

Esses órgãos serão responsáveis pelo fornecimento de dados necessários em várias outras etapas do processo de abertura e funcionamento, como, respectivamente: o número do NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresas), do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e da Inscrição Estadual.

Existem vários outros, os quais serão responsáveis pela emissão de licenças necessárias para postos, conforme se observará adiante.

Saiba mais sobre a Licença Ambiental

licença ambiental é uma das licenças necessárias para postos de combustíveis e sua expedição exige que o negócio esteja em conformidade com determinadas regras, já que se trata de uma atividade que trabalha com produtos com alto potencial de poluição ambiental.

Ela é importante para a segurança de todos que, de maneira direta ou indireta, mantém algum tipo de contato com o posto, o qual possui maiores riscos de se ocorrer situações como:

  • Vazamentos causados por produtos derivados de petróleo e outros tipos de combustíveis, causando a contaminação do ar, nascentes, lençóis d’água subterrâneos e solo.
  • Incêndios e explosões (esse ponto torna-se mais crítico ao se perceber que geralmente postos de combustíveis encontram-se em áreas populosas).
  • Vazamentos decorrentes da má qualidade dos equipamentos e profissionais sem conhecimento técnico suficiente para manuseá-los.
  • Uso de sistemas falhos de detecção de vazamentos.
  • Despreparo dos postos para lidar em situações de riscos.

A obtenção da licença ambiental é estabelecida pela lei 6.938/1981, o CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) é o órgão que cuida das regulamentações que envolvem essa área, sendo uma das licenças necessárias para os postos operarem dentro da legalidade. O licenciamento dessa atividade é regulamentado especificamente pela resolução 273/00 do CONAMA.

Atualmente existem três tipos de licenças necessárias para postos de combustíveis, são elas:

Licença Prévia

Tem como objetivo verificar a adequação do posto ao local onde está sendo instalado. Estabelece alguns pontos que devem ser cumpridos nas próximas etapas da instalação. Sua solicitação deve ser realizada quando a implantação, alteração ou ampliação ainda estiverem sendo planejadas.

Licença de Implantação

A licença de instalação tem como objetivo verificar se o projeto de instalação do local está de acordo com as exigências estabelecidas para o setor. Ela aprova o projeto e autoriza que a obra ou empreendimento possa começar. Só pode ser expedida após todos os pontos exigidos pela licença prévia terem sido atendidos.

Licença de Operação

Já a licença de operação busca garantir que a implantação tenha sido realizada conforme as diretrizes constantes na licença de implantação. Autoriza que o estabelecimento possa funcionar e, dessa maneira, deve ser solicitada antes que o seu negócio comece a funcionar.

O gestor deve procurar o órgão ambiental competente e formalizar seu o pedido da licença, que será concedida após entrega e análise da documentação necessária.

Licença da ANP: uma das licenças necessárias para postos de combustíveis

Todas empresas que trabalham com petróleo e seus derivados devem possuir a licença da ANP (Agência Nacional do Petróleo) para operar.

Em alguns casos existem fatores impeditivos de sua expedição, como por exemplo, quando sócios possuem algum tipo de débito em aberto com a ANP nos últimos 5 anos.

Se você tem interesse em abrir um posto de combustível, será necessário realizar cadastro através do envio dos seguintes documentos:

  • Alvará da Prefeitura Municipal.
  • Licença de operação do órgão de meio ambiente.
  • Certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros.
  • Certificado Nacional de Borda Livre, quando se tratar de posto flutuante.
  • Baixa de empresa antecessora, quando outro posto tiver operado no mesmo endereço.

Além desses documentos é necessário preenchimento de formulário eletrônico, disponível em programa que pode ser baixado na internet, acessando o Sistema de Registro de Documentos de Postos Revendedores, através do uso de certificado digital.

Alvará do Corpo de Bombeiros

Deve ser expedido após vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros e é fundamental para minimizar os riscos inerentes a esse tipo de atividade.

Para obtê-lo é necessário que se realize agendamento prévio de visita junto ao Sistema de Gerenciamento Estadual de Vistorias (PREVFOGO), através de comparecimento a quartel existente na sua cidade.

No pedido de vistoria deverá existir os dados da empresa, para cadastro em sistema específico utilizado pelo PREVFOGO, e recolhimento de um valor utilizando guia específica a título de taxa.

Como se observa, a abertura de um posto de combustíveis não é algo simples, e por vezes também pode ser bastante demorado, pois várias são as licenças necessárias para postos de combustíveis, dessa maneira, contratar um especialista no assunto com experiência na área diminui a ocorrência de erros e agiliza bastante o processo, além disso, ele poderá identificar a necessidade de documentos e licenças específicas para atender variações nesse ramo de atividade, como no caso a licença do Departamento de Infraestrutura e Transportes, que é necessária para postos de estradas.

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motivos dos postos se localizarem tão perto uns dos outros

Quais os motivos dos postos se localizarem tão perto uns dos outros?

Não é raro observar postos muito próximos uns dos outros em qualquer cidade do Brasil, mas quais são os motivos dessa estratégia? A primeira vista poderíamos pensar que faria mais sentido se os postos fossem melhor distribuídos geograficamente. Mas vou explicar quais os motivos dos postos se localizarem tão perto uns dos outros.

Se os postos atuassem como um monopólio, certamente a localização não teria muita importância, assim como em uma grande praia que possui apenas um bar, as pessoas teriam que se deslocar o quanto fosse necessário para abastecer seus veículos nesse posto. No entanto a realidade é bem diferente, os postos precisam definir cuidadosamente onde atuar pensando em maximizar seu market share e em promover sua audiência através de uma boa localização e diminuir suas distâncias do consumidor.

É importante lembrar que em muitas cidades existem regulações específicas que estabelecem que postos não podem ser implantados em qualquer lugar, respeitando algumas condições como a distância de escolas, hospitais, igrejas ou mesmo restrições de mercado, como um número máximo de postos por habitante.

Mas sem dúvidas a concentração da demanda e o fluxo do movimento de carros acabam por influenciar muito na decisão de onde implantar e a prática mostra uma maior incidência de postos localizados em esquinas, pontos muito valorizados e em sentido de volta para casa. A maioria dos consumidores, por uma questão comportamental baseada principalmente no escasso tempo que possuem pela manhã, preferem abastecer na volta do trabalho, além de ser um potencial consumidor para a conveniência e o posto que estiver nessa via acaba por ganhar vantagens.

A questão é que isto é tão óbvio que todo revendedor pensa da mesma forma, o que acaba por levar a uma concentração de postos em uma mesma área. Basicamente se um posto inicia suas operações em um lugar onde ninguém atua temos duas possíveis consequências: na primeira o posto não iria gerar movimento suficiente para se sustentar e, na segunda, poderia ter tanto sucesso na empreitada que novos postos poderiam surgir na região.

É claro que existem exceções à regra, mas é inegável que o fenômeno existe e que persiste crescendo de forma insistente. Vários são os fatores que promovem essa situação, como a demanda local, aspectos imobiliários, crescimento da população, rotas estratégicas e até mesmo condições de acesso. Independente do motivo, a análise do fenômeno nunca é simples, mas nos mostra que existem importantes critérios para se definir onde um posto deve se instalar.

Praticamente não existem diferenças entre os combustíveis ofertados pelos postos, e por isso, muitos consumidores não possuem preferências por marcas ou bandeiras. Ele acaba valorizando outros fatores como o preço, os serviços oferecidos, limpeza, organização, atendimento e a imagem do posto.

Se o seu posto está localizado próximo a outro, concorrente, qual a melhor solução para sair na frente sem entrar em uma guerra de preços?

Um diferencial para o revendedor seria em implantar um programa de fidelidade próprio. Além de promover uma cultura que potencializa todos os valores citados acima, os postos podem influenciar muito nas escolhas do consumidor pelo programa de fidelidade.

Através de análises e estudos, já é sabido que os clientes estão dispostos a se deslocarem distâncias maiores, a consumir mais e com maior frequência somente pelos benefícios providos pelo programa de fidelidade. Pela ferramenta de business intelligence é possível identificar a origem de cada cliente assim como sua distribuição por bairros, por exemplo, permitindo assim estratégias de atração e estímulo através de ações comerciais efetivas de baixo custo.

Os resultados são surpreendentes, uma única ferramenta que te permite conhecer melhor os hábitos e características de seus clientes, além de permitir observar oportunidades relevantes no mercado como regiões de grande demanda sem acesso a postos próximos. Muitos revendedores utilizaram da ferramenta como critério de expansão de sua rede e colheram bons resultados dessa escolha.

E o seu posto? Também já colhe os benefícios da fidelização? Conhece e trabalha sua base de clientes de forma a promover seus resultados?

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exigências trabalhistas

Novas exigências trabalhistas para postos de combustíveis

Para manter um posto em funcionamento muitas são as imposições governamentais, as fiscalizações são frequentes e a oscilação no preço dos produtos é constante e muitas são as exigências trabalhistas.
E essas novas exigências têm preocupado os revendedores mineiros. É mais uma dificuldade enfrentada pela revenda que já vem sofrendo com nova política de preços da Petrobrás, aumentos abusivos de impostos e insinuações do governo sobre a prática de cartel. Essas novas exigências fazem parte do projeto lançado pelo Ministério do Trabalho: “Intervenções Coletivas 2018”,  e cujo alvo desse ano serão os postos de combustíveis. E essa bomba tem data para explodir caso a revenda não se adeque à nova regulamentação.
Vamos relatar abaixo de forma resumida tais exigências, por que foram criadas e quais as consequências.

Saiba o que é o projeto “Intervenções Coletivas”

O  projeto Intervenções Coletivas é um conjunto de ações que visa tornar unificadas as obrigações no âmbito trabalhista e que começou a ser implantado em 2013. Cada ano é eleito um ramo específico e este ano estão sendo notificados os postos de combustíves. O projeto segue um fluxograma que, ao ser analisado traz novas exigências trabalhistas ou reforça algumas já existentes.
Na notificação enviada aos postos são cobradas exigências trabalhistas relacionadas à saúde e segurança do trabalhador, abaixo segue relação com alguns delas:

  1. Instalações sanitárias.
  2. Água potável e bebedouros.
  3. Sistema de climatização.
  4. Local para repouso e alimentação.
  5. Vestiário e roupeiro duplos.
  6. Assentos na pista.
  7. Rampas e Guarda-Corpo.
  8. Proteção contra queda.
  9. Câmara de Calçada.
  10. Equipamento de proteção individual e PPRA.
  11. Uniformes.
  12. Bico automático, válvula de segurança, protetor anti respingo e toalha de papel.
  13. Local para armazenamento das amostras de combustíveis.
  14. AVCB.
  15. Identificação dos tanques e tubulações.
  16. CIPA.
  17. PPRA.
  18. PCMSO.
  19. Prontuário de instalações.
  20. Sistema de detecção de vazamentos de combustíveis.
  21. Lei do Benzeno – Treinamento portaria 1.109 NR 9.
  22. Treinamento NR 20.
  23. Instalações Elétricas.
  24. Elevadores automotivos.
  25. Compressores e calibradores.
  26. NR 35.
  27. Sistema eletrônico de medição dos estoques e sistema de recuperação de vapores.Saiba quais são os pontos críticos dessas exigências trabalhistas

Um dos aspectos importantes existentes no projeto e na notificação é o cuidado com a saúde do trabalhador e a atenção a algumas NR’s (Normas Reguladoras) existentes no setor.

Abaixo listamos alguns deles.

 

Uso de caminhões de carregamento “botton load”

Sendo assim, um dos itens trata da proteção contra quedas em caminhão-tanque tipo “top load”, cujo carregamento é feito pela parte superior e expõe o trabalhador a riscos de queda.
Segundo essas novas exigências trabalhistas, o ideal seria usar caminhões tanques tipo “bottom load”, cujo carregamento é realizado através de níveis mais baixos não expondo tanto funcionários ao trabalho em altura. Mas devido aos altos investimentos necessários, é fundamental adequação da empresa quanto ao uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) e adequação ao que é exigido pala NR 35.

Assentos para pausa e descanso na pista

Outro ponto que é necessário se atentar nessas novas exigências trabalhistas é a presença de assentos para pausa e descanso na pista com ergonomia adequada (com encosto pra lombar e sem rodinhas, dentre outros) para que o frentista possa continuar em posição de prontidão sem sobrecarregar desnecessariamente o corpo e atendendo ao que traz a NR 17.

Os efeitos tóxicos do benzeno

O benzeno é um composto químico incolor, de aroma adocicado, muito inflamável, que se evapora rapidamente ao entrar em contato com o ar, e é um dos principais constituintes do petróleo e pode ser encontrado na gasolina.
Ele é altamente cancerígeno, sendo uma das principais substâncias que comprometem a saúde de trabalhadores de postos de combustíveis.
Um aspecto muito presente na atual notificação é a preocupação com os efeitos do benzeno. Decorrente disso, uma das novas exigências do Ministério do Trabalho é a implantação de equipamentos com bicos com travamentos automáticos nas bombas e a ausência do frentista durante o abastecimento dos veículos para que eles não aspirem os vapores que saem do bico, já que são ricos dessa substância.
Aqui, salienta-se a importância de haver orientação administrativa para que se afaste do tanque durante o abastecimento para evitar a aspiração do benzeno.
Nesse contexto, também é exigida a implantação de sistema de recuperação de vapores fase I (que é responsável pela coleta do benzeno que sai nos abastecimentos e dos tanques na hora da descarga dos caminhões-tanque, momentos em que também o benzeno é eliminado). Aqui a preocupação é proteger todas as formas de contato, seja com as vias respiratórias ou com a pele. O objetivo é eliminar o risco.

Uso adequado dos EPI’s: a vedação da máscara

As exigências trabalhistas também contemplam o teste de vedação da máscara.
Na prática, todos os frentistas deveriam usar máscara, já que na maioria dos postos não existe um sistema de recuperação de vapor eficiente nas bombas para captar o vapor com benzeno que sai das máquinas.
Apesar disso, existe uma negociação entre os integrantes da comissão do benzeno em que ficou definido que é inviável e complexo todo frentista usar máscara durante a jornada de trabalho. Por isso buscou-se outras soluções, como saída durante o abastecimento, uso de válvulas nos bicos, que travam durante o abastecimento e evitam que o combustível extravase.
O uso da máscara deve ser da forma correta, com total vedação, devendo-se usar o kit de verificação da máscara. Fique atento, agora máscara deve ser fornecida acompanhada do teste de verificação.

Cuidados com os uniformes dos trabalhadores

A notificação também contempla os uniformes dos trabalhadores, principalmente, dos frentistas, que devem ser fornecidos pelas empresas.

Nessas novas exigências trabalhistas foi sugerida a colocação de faixas reflexivas para evitar acidentes, principalmente noturnos. Atualmente, já existe a obrigação de se higienizar os uniformes ao menos uma vez por semana. O texto incube o empregador por essa tarefa e a justificativa é evitar a contaminação com o benzeno de outras peças do vestuário do trabalhador e de sua família quando essas peças estiverem sendo lavadas.

Vasos de pressão: cuidado redobrado com esse equipamento

Também se salientou a necessidade de um maior cuidado com os vasos pressão, que em muitos casos se encontram enterrados. O que uma situação muito grave, já que, dessa forma, eles não passam por fiscalização, acabam não recebendo manutenção adequada e têm o risco de explosão aumentado.

Dessa maneira, é importante que os postos de combustíveis reavaliem suas práticas e busquem atender a NR 13, que exige a realização periódica da manutenção desses equipamentos e monitoramento dos riscos. Uma vez que são muitos os casos em que eles encontram-se sem manômetro e sem a válvula de segurança, itens básicos, mas fundamentais para minimizar os riscos de explosão.
Segundo as exigências trabalhistas, esses equipamentos devem ser instalados em locais que permitam fácil acesso para manutenção e monitoramento.
Essas novas exigências têm deixado muitos postos de combustíveis apreensivos. Muitas delas demandam a realização de investimentos em um momento instável para o setor, em que a cada dia os preços dos combustíveis sofrem reajustes e tem afastado cada vez mais os consumidores de suas bombas.
Porém, negar essa realidade, além de não resolver o problema, compromete ainda mais o desenvolvimento de sua revenda. Dessa forma, treine sua equipe, mantenha um relacionamento estreito com seus pares, principalmente, com a contabilidade e faça-se ser ouvido pelos seus órgãos representantes, principalmente o sindicato.

Para complementar o texto, algumas questões relacionadas à CLT para os quais o revendedor deve se atentar:

– Registro: todos os funcionários devem estar devidamente registrados e não agir dessa forma pode expor sua empresa às sanções como multas. O registro deve ser feito antes que o empregado inicie sua atividade, em caso de experiência deve-se fazer contrato específico. Documente todas as relações do posto de combustíveis com os seus colaboradores da forma correta.
Mantenha o livro de registro sempre no estabelecimento, ele pode ser exigido durante uma fiscalização e a empresa tem a obrigação de fornecê-lo à autoridade competente.

– Jornada de trabalho: o registro da jornada de trabalho deve conter os reais horários de entrada, intervalo e saída do trabalhador. Empresas com mais de dez empregados devem realizar o controle de jornada de trabalho de seus funcionários e ele deve permanecer no local de trabalho para apresentação ao agente da fiscalização trabalhista.

– Pagamento: sábados são considerados dias úteis para o pagamento de salários, então, entra o dia na contagem dos dias para o pagamento. Caso a empresa não possa realizar nesse dia, deverá ser antecipado. Além disso, o contracheque deve conter a descrição de todos os valores de natureza salarial (adicional de periculosidade, adicional noturno, salário base, dentre outros). Caso essa informação não exista, o fiscal do trabalho poderá cobrar as verbas que não estão discriminadas no contracheque. As rubricas devem estar detalhadas na folha de pagamento e no contracheque.

O descanso semanal remunerado deverá ser dado ao trabalhador antes de se completar o sétimo dia sequencial de trabalho, ou seja, deverá ser dado, no máximo, após o sexto dia trabalhado. Quando o funcionário trabalhar dois domingos seguidos ele terá, obrigatoriamente, o direito a folgar no terceiro.

Perceba que esses são alguns dos pontos relacionados à legislação e, embora não seja uma exigência trabalhista nova, ainda geram muitas dúvidas e erros por parte de empresa. Por isso, estudar a convenção coletiva de trabalho e ter um diálogo constante com a contabilidade ajuda a evitar penalidades.

Gostou do conteúdo sobre as novas exigências trabalhistas do Ministério do Trabalho? Conte para a gente nos comentários agora mesmo! E saiba como aumentar suas receitas de forma simples.

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Posto BR é o mais popular do Brasil, mas Ipiranga ganha no Sudeste e Sul

A BR Petrobras é a primeira opção em postos de combustível para maioria dos brasileiros (34,8%), mas fica para trás da principal concorrente, Ipiranga, quando o recorte se dá nas regiões Sul e Sudeste, além da preferência dos clientes no quesito programa de fidelidade e lojas de conveniência, segundo a CVA Solutions.

A conclusão foi tirada após entrevistas com mais de 6 mil consumidores em todas as regiões. Além de citado como mais utilizada por 32,2%, a Ipiranga foi lembrada como parada preferencial nas regiões Sudeste (32,6%) e Sul (44,7%). No Nordeste e Centro-Oeste/Norte o reinado é da BR, com 50,5% e 44,7% de “primeira opção”, na ordem.

Em termos nacionais, a terceira colocação ficou com o posto Shell (primeira opção para 19,2% dos ouvidos), seguido pelo Ale (3,2%).

“Historicamente, a BR sempre foi a maior rede do País”, observou o sócio-diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti, destacando o fato da rede ter recuperado força de marca após dois anos consecutivos de queda no indicador calculado pela consultoria. “Parece que aquele problema da Lava Jato foi recuperado. Eles já tiveram uma fase pior para a marca.”

As duas maiores redes possuem força de marca equivalente, diz a CVA, mas com leve vantagem da Ipiranga no valor percebido. “Eles estão se tornando referência de quem trabalha bem a marca e a experiência do cliente”, vê Cimatti.

Na análise individual de serviços, os postos Ipiranga são avaliados como melhores que o mercado em pontos como instalações, serviços de lavagem e lanchonetes ou lojas de conveniência. No caso deste último, 61,3% dos clientes da rede declararam visitar os pontos de venda, contra 50,5% na BR Petrobrás e 53,7% na Shell.

“Se no cinema o que dá lucro é a pipoca, no posto de combustível é importante é agregar margem com a loja de conveniência e outros serviços”, afirmou Cimatti, destacando a “habilidade do Ipiranga em fazer o cross-sell”.

A relevância adquirida pelas receitas adicionais fica explícita nas campanhas publicitárias veiculadas atualmente por ambas as redes. Segundo informações enviadas ao DCI, 30,1% dos 8.005 postos da Ipiranga contam com lojam am/pm, somando 2.415 unidades.

“Outra fortaleza da Ipiranga é [o programa de fidelidade] Km de Vantagens”, lembrou Cimatti; segundo informações da rede, o serviço “fechou 2017 com 26 milhões de participantes” e “160 parcerias em diferentes nichos de atuação”.

Segundo a CVA Solutions, 59,1% dos clientes Ipiranga utilizam o programa. O equivalente da BR (Petrobras Premmia) foi citado por 41,6% dos clientes. Já a Ale (que oferece a opção em parceria com a Dotz) foi lembrada por 32,5%.

Percepção

Em período de silêncio por conta da divulgação dos resultados operacionais de 2017 após abertura de capital no ano passado (as informações serão apresentadas no próximo dia 13), a BR Distribuidora não atualizou o número de postos que já contam com lojas BR Mania, mas havia, em maio passado, a perspectiva que o serviço atingisse 20% da base ao fim de 2017, conforme matéria do DCI.

A companhia, contudo, comentou a percepção – também identificada pela CVA Solutions – de consumidores que associam a rede a preços de combustíveis mais altos.

“A percepção de preços menos competitivos talvez possa ser atribuída ao fato de a BR liderar o mercado, com maior visibilidade e número de postos”, afirmou nota. A rede também destacou a carga tributária (que represetaria 45% do preço do combustível) e o fato da distribuidora não influenciar o preço na bomba por vedação regulatória.

A CVA Solutions também investigou quais as marcas de lubrificantes mais populares entre os brasileiros: o Petrobras Lubrax foi a mais lembrada, seguida por Mobil e Castrol.

Fonte: Minaspetro

Guia completo de criação de metas em postos