contrato de experiência de frentistas

Contrato de experiência de frentistas: dicas para um melhor aproveitamento

O contrato de experiência é o contrato por prazo determinado com prazo máximo de duração de 90 dias. É uma das modalidades de contrato de trabalho em que o empregador avalia o desempenho do novo colaborador e, claro, o colaborador também avalia seu superior e as condições de trabalho oferecidas por ele. No texto de hoje falo sobre o contrato de experiência de frentistas e como ter um melhor aproveitamento.

Segundo o Art. 445, parágrafo único, o contrato de experiência não poderá exceder de 90 (noventa) dias.
Exemplos: (45 + 45), (60 + 30), (30 +60), etc. Você tem liberdade para definir a quantidade de dias do contrato, desde que não ultrapasse os 90 dias e que seja respeitado o limite de prorrogação, que pode ocorrer apenas uma única vez, conforme o artigo art. 451  da CLT.

Se ao final da experiência não ocorrer a rescisão, o contrato passa a ser considerado como indeterminado e o frentista terá direito a todas as verbas rescisórias, inclusive, à multa de 40% de FGTS, em caso de demissão sem justa causa.

É importante que ao término da primeira etapa do contrato de experiência o revendedor avalie o funcionário e dê um feedback. É fundamental apresentar ao frentista como está sendo seu desempenho, qual a expectativa da empresa, quais aspectos negativos (caso verificados) e as principais qualidades observadas.

Preencha uma ficha com os itens avaliados, apresente ao funcionário e anexe junto à ficha no RH. Próximo ao término do segundo contrato de experiência faça uma nova avaliação e acompanhe se o desenvolvimento foi satisfatório, afim de continuar com o funcionário no modelo de contrato por tempo indeterminado.

Abaixo um exemplo de itens a serem analisados:

Check-List de Funcionário em Contrato de Experiência

• Mix de Gasolina Aditivada.
• Lubrificantes vendidos.
• Média de atendimentos por dia.
• Aditivos vendidos.
• Apresentação Pessoal.
• Conservação dos Uniformes.
• Faltas ao trabalho.
• Atraso no início ou fim da jornada.
• Cumprimento de normas da empresa.
• Relacionamento com colegas de trabalho.
• Erros em abastecimentos.
Quebra de caixa.
• Assiduidade em reuniões da empresa.
• Participação em treinamentos.
• Reclamação de clientes.
• Avaliação de colegas de trabalho.
• Avaliação de cliente oculto.

O gerente deve assinar, entregar ao proprietário o resumo da avaliação e escrever os comentários que julgar necessários. Desse modo, o frentista terá a oportunidade de melhorar seu desempenho no segundo contrato de experiência.

Caso não haja evolução, a rescisão é mais amigável e natural, uma vez que você mostrou quais os caminhos e resultados ele deveria atingir.

Conheça 7 estratégias para aumentar as vendas do seu posto


ROI dos frentistas

Você sabe medir o ROI dos frentistas?

No texto anterior, falei sobre minha experiência quanto aos modelos de remuneração variável através de metas para frentistas e quais os principais erros. Agradeço as centenas de respostas nos emails que enviei e confesso que gostei de muitas histórias e poderia até implantar em minha rede. Como prometido, hoje falo sobre como medir o ROI do seu frentista.

Atualmente estou em fase inicial de implantação do ROI dos frentistas em meus postos. O termo ROI é uma sigla para a expressão em Inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) em cada real investido na mão-de-obra avaliada.

Muitos planos de comissionamento focam em metas de Gasolina Aditivada, venda de produtos na pista ou outros indicadores, mas muitas vezes abrem mão de vendas de outros produtos básicos, como outros combustíveis que não são Premium. É importante que o funcionário entenda que todo cliente é importante e deve ser tratado com a mesma atenção.

O seu funcionário é produtivo? Ele se paga em quantas vezes?

Para responder essas perguntas você deve calcular todas as vendas do funcionário, anotar em uma planilha as vendas de todos os combustíveis e produtos. Calcule a margem de contribuição de cada produto e multiplique pela quantidade vendida, logo você terá a margem de contribuição total gerada por cada funcionário. Faça um gráfico separando os funcionários por esse indicador e entenda quais os pontos fortes e fracos de cada um.

Para fazer o ROI você deve dividir a margem de contribuição pelo custo do funcionário (salário + encargos sociais + periculosidade + benefícios ). Os funcionários que tiverem os melhores resultados são aqueles mais lucrativos para a empresa, você deve saber quantas vezes cada funcionário paga o seu próprio salário.

É importante recordar que a despesa de funcionários num posto de combustíveis responde em média 60% das despesas totais, portanto o funcionário não deve somente “pagar o seu salário”, ele deve dar lucros para a empresa.

Devemos tomar cuidado na análise do funcionário para não ser injusto, não medir somente por lucratividade mas também por performance de atividades realizadas. Muitos colaboradores fazem serviços adicionais como:

– Descarregamento de combustível.

– Limpeza de caixa separadora de água e óleo.

– Realização de check-list.

– Folguista como operador de caixa.

– Reposição de estoque de lubrificantes.

– Entre outras.

Experimente fazer isso em seu posto e compartilhe conosco suas experiências.

Guia de redução de custos para seu posto de combustível!


metas para frentistas

Metas para frentistas: erros mais comuns

Normalmente em cenários pessimistas os empresários tendem a cortar despesas e melhorar a produtividade, mesmo que signifique queda em qualidade de atendimento. O ano de 2018 foi de turbulências e aprendemos a ser mais produtivos, detalhar melhor as despesas e medir a produtividade de funcionários. No texto de hoje falo da importância de um plano de metas para frentistas e os erros mais comuns que não devem ser cometidos para uma boa gestão do posto.

É dificil para o revendedor definir o melhor plano de metas e benefícios para os funcionários, Peter Drucker, conhecido como pai da administração moderna, dizia que “O que pode ser medido, pode ser melhorado”. Seguindo esse fundamento, é essencial para o posto trabalhar com cartão Rfid de Identificação de frentistas, para medir a produtividade e melhorar a performance.

Um exemplo prático de uma medição mal feita é o modo de controle de vendas da Gasolina V-Power da Shell. Apesar do produto ser um sucesso e ter um marketing extraordinário, é notório o amadorismo para o trabalhador medir sua produtividade diária.

No modelo adotado para medir as vendas da Gasolina V-Power, os frentistas anotam na palma da mão a quantidade de vendas do dia. No dia seguinte, os gerentes anotam as vendas do dia anterior num painel localizado nos vestiários. Parece que vivemos no início dos anos 90 e não num mundo online! O foco é fundamental, mas as ferramentas corretas são essenciais.

Como pode um produto de tanto sucesso funcionar num modo tão ultrapassado? É um caso a ser estudado, mas com certeza, se os frentistas tivessem em tempo real as informações, multiplicariam seus resultados…e o ClubPetro tem uma ferramenta exatamente com esta finalidade.

Como revendedor, já testei diversos modelos de comissionamentos e percebo que muitas vezes o modelo é fácil de burlar e compartilho minhas experiências:

1- Meta de número de abastecimentos: basta o frentista priorizar atendimento de motociclistas, ele irá abastecer grande quantidade de clientes e baixo volume de vendas.
2- Meta de volume de combustível: o frentista prioriza o atendimento a veículos a diesel e abastece grande volume, atendendo poucos clientes.
3- Meta de lubrificantes: para vender 20w50 e 15w40, basta ter o produto e o cliente procura por ele. Procure comissionar produtos premium, como 5w40, 5w30, aditivos, palhetas.

Temos que cruzar algumas metas em conjunto para um indicador não enfraquecer o outro. Coloque uma meta como obrigatória, para então começar a contabilizar as outras.

Seguem abaixo algumas metas e os benefícios de suas aplicações.

1- Número de atendimentos –  atender muitos clientes e ser produtivo.
2- Percentual de vendas acima de 20 litros –  oferecer sempre para completar o tanque.
3- Percentual de vendas de gasolina aditivada – vender o produto mais rentável.
4- Faturamento de lubrificantes premium e produtos.
5- Meta de vendas fidelizadas (para postos que possuem um programa próprio de fidelidade).

Seguindo as metas acima, coloco o número de abastecimentos como obrigatório para iniciar a contagem das metas seguintes.

Exemplo: o frentista em primeiro lugar deve ser produtivo, pagar o seu salário pelo número de atendimentos realizados. Deve oferecer sempre para completar o tanque (percentual de vendas acima de 20 litros), ofertar o produto de melhor margem (meta de gasolina aditivada) e pontuar as vendas com o cartão fidelidade (garantir o retorno do cliente ao posto).  Oferecer para conferir a frente do veículo para segurança do cliente e ofertar os produtos premium, de melhor qualidade.

E como controlar isso? Como revendedor, senti a necessidade de criar uma ferramenta funcional, simples e ágil para gerir as metas dos meus frentistas.Lembre-se que os frentistas não possuem somente a função de vendas, eles devem cumprir uma série de atividades e ser bem avaliados em check-lists como um dos critérios de recebimento de remuneração variável.

No próximo post vou abordar o ROI do frentista, como utilizar a ferramenta para medir a produtividade de uma maneira mais profissional.

Gestão de metas para frentistas: uma ferramenta indispensável no dia a dia do revendedor


posto de combustíveis do futuro

O Posto de Combustíveis do futuro

O posto de combustíveis do futuro seria aquele onde o combustível pode ser reabastecido de uma maneira mais sofisticada e, além disso, de modo autônomo, num mercado verticalizado.

Veículos conectados, aplicativos e economia colaborativa entram no setor de comercialização de combustíveis. Na próxima década, os postos de combustíveis terão que responder às novas necessidades de veículos elétricos, híbridos, autônomos e compartilhados. O mercado de combustíveis passará por uma mudança profunda no Brasil, onde será aprovado o autosserviço e o mercado será verticalizado.

A Petrobras tem um portfólio de oportunidades no pré-sal, com rentabilidade muito superior aos projetos de refino. A estatal irá abrir o mercado de refino para leilão entre os players entrantes e focar somente na exploração. A entrada de grandes players no mercado brasileiro no ano passado, irá continuar em 2019 com a aquisição de distribuidoras menores e a privatização da BR Distribuidora.

A tendência é a verticalização do mercado, onde as distribuidoras irão aproveitar o péssimo momento da revenda e adquirir centenas, milhares de postos Brasil afora. Os postos Bandeira Branca perderão força, que terão dificuldades de compra de combustíveis, já que as distribuidoras atuarão na venda direta do combustível.

O modelo de contrato de fornecimento de combustível será mais flexível e os postos sem bandeira terão a oportunidade de voltar ao mercado de bandeirados num mercado mais homogêneo. As distribuidoras irão oferecer a garantia de abastecimento num mercado mais estruturado e onde sobreviverão os melhores gestores.

Os postos de combustíveis passarão por um processo de digitalização que permitirá a comunicação direta com o próprio carro, bem como com motoristas e consumidores. Estão sendo desenvolvidos diferentes processos disruptivos que modificam a relação posto de combustíveis-cliente-carro e, portanto, o modelo de negócios dos postos precisam começar a se adaptar a essa nova realidade. Desde já os postos precisam estruturar seu Big Data, através de softwares de fidelidade, onde identificarão cada cliente.

A demanda por gasolina começou a desacelerar nos países mais desenvolvidos e a tendência é que continue. Nos próximos anos, os revendedores que anteciparem a mudança terão uma importante vantagem competitiva.

Em breve será criado um ecossistema no qual o motorista ficará em segundo plano, enquanto postos e carros se comunicarão entre si para selecionar o combustível preferido do motorista, reabastecer sem estar envolvido no processo. O gerenciamento do pagamento será por meio de aplicativos integrados nos respectivos sistemas.

As mudanças podem ir além dos serviços oferecidos pelos postos, impactando também na forma como são utilizados. O horário de pico da atividade em um posto de combustíveis será de madrugada, quando os veículos autônomos se reabastecerão automaticamente, para atenderem as rotas fornecidas pelos motoristas no dia seguinte. Além disso, o reabastecimento pode não ocorrer em postos, já que os clientes poderão solicitar que seu pedido seja enviado para o estacionamento de seu escritório. O revendedor irá investir em delivery de meios de abastecimento.

Por outro lado, o posto de combustíveis do futuro terá que refletir a diversidade de seus clientes. A crescente popularidade dos veículos híbridos e elétricos incentivará os postos de serviço a terem estações de recarga, como já é o caso em alguns países europeus, e estarão preparados para atender à crescente demanda.

Quanto ao futuro, espera-se que em breve os veículos estejam equipados com conectividade suficiente à internet para que possam recomendar seus motoristas onde reabastecer, bem como fazer o pagamento diretamente.

Ao arriscar utilizar o termo ‘’futuro’’ temos que considerar, naturalmente, todas as incertezas sofre a ocorrência dos fatos e deixar claro que esse texto é uma opinião minha, através de estudos e tendências . Por isso pergunto, e para você? Como será o futuro dos postos e do mercado varejista de combustíveis?

Ebook: Conheça as Ferramentas do ClubPetro e quais problemas elas resolvem


melhor software de gestão para postos de combustíveis

Qual o melhor software de gestão para postos de combustíveis?

Em toda apresentação que faço, o revendedor interessado no ClubPetro me questiona qual o melhor software de gestão para postos de combustíveis. Sou revendedor também, então a nossa dor é compartilhada e às vezes algumas dicas é o que ele precisa para mudar de sistema.

Não tomo partido por nenhum software, até porque não conheço todos e nem a qualidade do suporte oferecido em todas as regiões. Um cuidado importante que eu indico é o de verificar como é a geração de arquivos para integração com a contabilidade. A frente de caixa do frentista tem que ser simples, uma vez que o manuseio na pista e o controle financeiro exigem profissionalismo de todos.

O software que utilizo há mais de 15 anos é o LBC Sistemas de Belo Horizonte e presente em todo o Brasil. Acredito que o suporte é essencial, o posto não pode parar, o prejuízo é certo ainda mais num mercado de baixíssimas margens como o nosso.

Como o ClubPetro está presente em 25 estados, acabei conhecendo revendedores do Brasil todo e com isso algumas particularidades de cada sistema. Sou um curioso do assunto e vou compartilhar com vocês os 5 sistemas mais utilizados e recomendados pelos revendedores ClubPetro.

Linx – Maior software de gestão do Brasil, e que vem adquirindo todos os seus concorrentes. Comprou Rezende, Auto System, LZT, Intercamp… Muitos revendedores dizem que é uma Ferrari, mas poucos sabem dirigir, passam sufoco quando precisam do suporte. É comum encontrar revendedores que contratam uma empresa de suporte, de ex-funcionários Linx, paralela ao ofertado pela empresa.

LBC – Sistema que utilizo há mais de 15 anos, o tempo que estou com ele já diz tudo. Time que está ganhando não se mexe. Presença forte no Sudeste, principalmente MG e SP.

Xpert – Fiquei surpreso com a quantidade de clientes que esse software tem, revendedores do Brasil todo utilizam Xpert, principalmente as grandes redes do Norte do Brasil.

Quality – Original do Espírito Santo, está crescendo assustadoramente no Brasil afora. Nasceu 100% web e vem crescendo com tecnologia de ponta e excelentes relatórios no BI – Business Intelligence.

Meta – Um grande revendedor do ClubPetro, da cidade de Varginha MG, que é referência em gestão e profissionalismo utiliza o meta há 7 anos, está plenamente satisfeito e recomenda.

Há outros bons softwares no Brasil que sempre encontramos com menos frequência, a qualidade do suporte sempre é questionada, antes mesmo das funcionalidades do sistema. Um grande software deixei de fora, já que utilizam a prática de copiar tudo da concorrência, o que além de ser antiético, o transformou numa colcha de retalhos.

A troca de software de gestão é traumática e devemos evitar isso ao máximo, procure conhecer 100% do software antes de tomar uma decisão de mudança.

Guia de Redução de Custos em Postos de Combustíveis


bandeira branca

Bandeira Branca: mais otimismo e posição privilegiada

Trabalhamos com revendedores bandeirados e independentes, também conhecidos como bandeira branca. É nítido o grau de satisfação e otimismo elevado dos independentes em relação aos bandeirados, eles iniciam o ano numa posição privilegiada.

Isso é reflexo da política predatória que as distribuidoras trabalham, espremem seus revendedores ao máximo. A cada ano aumenta o número de postos bandeira branca e a tendência é ficar ainda maior com as mudanças previstas pelo governo, uma prova disso é a conclusão da ANP de que não existe impedimento para venda direta de etanol das usinas para postos. A decisão, se for regulamentada, só se aplicará aos postos independentes, os deixando ainda mais fortes.

O Minaspetro, sindicato mineiro, vem abrindo os olhos dos investidores sobre a real situação da revenda e o péssimo relacionamento com as distribuidoras. Na última semana, o presidente do sindicato, Carlos Eduardo Mendes, esteve na XP Investimentos em São Paulo para um reunião com grupo de investidores de RJ e SP. “A distribuidora que não for parceira do revendedor está fadada a perder postos e ver seu marketing share despencar”, diz Cadu. É importante a ótica de um empresário do setor, que conhece a realidade da revenda, para mostrar aos investidores o futuro sombrio que os aguarda.

Esperamos que a entrada de novos players no mercado (Glencore, Vitol, Total, Petrochina ) mude os modelos de contratos da distribuidora com o revendedor e crie uma relação de parceria. Tomara que não façam disso um empréstimo bancário como as atuais distribuidoras fazem, onde pagam R$0,05 antecipados por litro contratado e cobram R$0,15 ao longo do período contratual.

É importante que o revendedor bandeirado tenha orgulho de vestir a camisa da distribuidora novamente, isso não ocorre hoje ainda mais quando o fornecedor vende o mesmo produto R$0,15 mais barato para seu concorrente bandeira branca, prejudicando seu parceiro e causando prejuízos.

Que em 2019 você analise bem o cenário de sua cidade antes de renovar o contrato com sua distribuidora, que não se iluda com o dinheiro fácil do contrato novo e lembre-se o quão desgastante e longos foram os anos de parceria com sua distribuidora. Se assinar novo contrato, busque sempre uma facilidade na cláusula de saída, sem multas e amarras de volume. Trabalhe para ter preço baixo de custo e não um valor de bônus no contrato.

Comece 2019 reduzindo os custos do seu posto!


posto lider

Saiba como aumentamos 37% das vendas do Posto Líder em 2 meses

Nesse post você vai ver um exemplo prático de como uma análise de dados sólida e metas para frentistas bem estabelecidas alavancaram as vendas do Posto Líder.

Fundado em 2003, em Varginha (MG), sempre atuou como bandeira branca. Desde o início, o Leandro Motteran, proprietário do posto, nunca mediu esforços para inovar. Com essa postura muitas mudanças aconteceram e hoje o Posto Líder é referência na região. No texto de hoje contamos como a parceria entre o Líder e o ClubPetro aumentou 37% das vendas em apenas 2 meses.

O projeto com o ClubPetro se iniciou em Julho de 2018 e de lá para cá, o posto do Leandro foi um dos que obteve mais sucesso em nossa base clientes de mais de 600 postos pelo Brasil. E como isso tudo foi feito? Milagre? Não! Muito pelo contrário.O ClubPetro entendeu as necessidades do revendedor e o cenário do Posto Líder. Juntos elaboramos um escopo da real situação e traçamos estratégias que impactaram em todos os braços do posto, desde o frentista ao motorista.

 

O desafio

Em função da iniciação do projeto, meses antes, o posto do Leandro passou por alguns ajustes para colocar tudo em ordem e iniciar com o pé direito. E em julho de 2018 foi iniciado todo o processo de implantação do ClubPetro no posto.

O principal objetivo não era somente o aumento de vendas, mas o estreitamento no relacionamento com os clientes. O aumento de vendas sempre foi visto como consequência de um bom trabalho em todos os setores. E para isso tudo funcionar, é claro, a equipe, além de ter sido bem preparada com treinamentos, foi remunerada de acordo com as metas anteriormente estabelecidas para que o objetivo fosse concretizado. Acreditamos que todos da equipe deveriam ganhar juntos.

 

A solução

Por meio da identificação de cada cliente, suas movimentações e histórico de cada compra, conseguiu-se um mapa de como o negócio estava realmente funcionando, de forma fácil de acessar e gerenciar. Com os relatórios de inteligência fornecidos pelo ClubPetro (Power BI – Business Inteligence), foi possível otimizar a escala de frentistas de tal forma que foram resolvidos alguns gargalos que existiam.

No começo do projeto, foi elaborado um catálogo de prêmios bem simples com poucos prêmios personalizados, mas aproveitando itens que já estavam à disposição no posto, como produtos da loja de conveniência, produtos automotivos e até vale-combustível.

O treinamento presencial do ClubPetro preparou os frentistas da melhor maneira a mostrarem aos clientes as vantagens do Programa de Fidelidade do Posto Líder e isso foi peça chave no rápido aumento do número de cadastros realizados nesses primeiros meses. Ou seja, quanto mais clientes fidelizados, maior o impacto no aumento do índice de fidelidade.

Foram criadas metas para cada frentista do posto, acompanhadas em tempo real pelo Gestão de Metas, um painel de controle de vendas na pista. Isso motivou a equipe do Posto com metas pré-estabelecidas e cada frentista foi recompensado de acordo com o seu desempenho individual na pista. Fazer os frentistas entenderem que eles são vendedores foi fundamental. A maioria ainda acha que é apenas um frentista e mudar essa percepção é um desafio que foi superado com muita conversa e treinamento.


“O ClubPetro, como ferramenta de aumento de vendas e gestão de cliente é fantástica. Mas o revendedor que pretende aderir ao sistema, precisa ter em mente que o aumento de vendas é consequência de um posto bem administrado, com funcionários motivados e com metas estratégicas bem definidas.”

— Leandro Motteran, Proprietário do Posto Líder.


Resultados

Nos primeiros 60 dias de operação do ClubPetro no Posto Líder, as vendas aumentaram cerca de 37%, e, como os preços não caíram, houve um igual crescimento na margem operacional do posto. Boa parte desse retorno foi diretamente para o lucro, pois o quadro de funcionários do Posto Líder aumentou em somente 13% para se ajustar à nova demanda e a produtividade de cada frentista aumentou.

Foram cadastrados e identificados mais de 5000 clientes e criado um canal direto de relacionamento e comunicação com cada um deles. Agora é possível recuperar cada cliente perdido, por meio de uma análise automatizada dos dados, enviar ofertas personalizadas diretamente para o celular de cada cliente e saber imediatamente se este cliente voltou ao posto após receber a mensagem.

Isso tudo dentro de um cenário de guerra de preços entre os concorrentes, o qual o Posto Líder fez questão de não participar. O Leandro entendeu que um ótimo relacionamento e  vantagens aos clientes são os melhores caminhos, ou seja, cliente que vem por preço vai embora por preço.

+26%

Aumento das vendas em 30 dias

+37%

Aumento das vendas em 60 dias

83%

Índice de Fidelidade

Faça como o Leandro, aumente você também as vendas do seu posto.

Faça como o Leandro, aumente você também as vendas do seu posto.

Conclusão

O trabalho feito pelo Posto Líder foi e continua sendo um dos maiores cases de sucesso do ClubPetro. Após os 60 dias iniciais, as vendas continuaram a crescer progressivamente, e, após 6 meses de projeto, todas as metas mais ousadas foram superadas.

O Leandro e sua equipe são extremamente focados no que deve ser feito para alcançar o sucesso e a solução do ClubPetro se encaixou como uma luva para fornecer-lhes instrumentos necessários para o crescimento dos resultados. Agora, o caminho natural é conquistar outros mercados, com a ampliação de sua rede e exploração de outros segmentos, como loja de conveniência e troca de óleo.

Com os dados de cada cliente e um verdadeiro trabalho de atendimento e reconhecimento, é possível oferecer produtos mais adequados e aumentar a satisfação e as compras.

Conheça um pouco mais sobre o Posto Líder:

Site: postolider.com.br

Instagram: @postolider

Facebook: facebook.com/postolider


revenda de combustíveis

Janeiro para a revenda de combustíveis: momento de enxugar as despesas

Tradicionalmente o mês de janeiro é um período de baixas vendas para a grande maioria da revenda de combustíveis, exceto nas cidades litorâneas, que possuem vendas fortes nesta época. É o momento de analisar o ano que passou e planejar os próximos 12 meses.

Diante deste cenário, a maioria dos revendedores aproveita para descansar depois de um ano de muito trabalho e pouco dinheiro. Outros se debruçam sobre a mesa para refazer as contas e aprender com erros e lições do ano anterior.

Está na hora de rever as despesas, cortar custos, acertar o banco de horas com folgas, liberar alguns funcionários de férias e demitir outros, se necessário.

2019 será um ano de desafios ainda maiores, acredito que um trabalho árduo será o de estar em dia com o e-Social, o governo anterior deixou esse marco já plantado e o novo governo novo ainda não disse nada sobre qualquer alteração ao que já estava planejado.

Seremos agora monitorados até em nossas obrigações trabalhistas, pobre revendedor que a cada dia perde autonomia sobre o seu negócio.

Na semana passada, Roberto Castello Branco, novo presidente da Petrobras, anunciou que a estatal vai continuar com sua Política de Preços, que acompanha o setor internacional, mas se mostrou contra a cobrança de subsídios pelo governo.

O estudo de possíveis mudanças através das propostas do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) junto a ANP e a entrada de novos players no mercado podem ditar rumos até então não vistos no mercado brasileiro.

Enquanto arregaçamos as mangas, analisamos e planejamos um ano mais tranquilo para o negócio, aguardamos um olhar mais atencioso dos nossos governantes para a revenda, que teve um 2018 difícil e oneroso.

Comece 2019 reduzindo os custos do seu posto!


2018 da revenda de combustíveis

Retrospectiva 2018 da revenda de combustíveis

O setor de combustíveis viveu um ano agitado. Período de grandes turbulências, greve, possíveis mudanças na regulamentação do mercado e aquisições que podem mudar o futuro do mercado de combustíveis nos próximos anos. No texto de hoje trago uma retrospectiva 2018 para a revenda, com os fatos mais importantes.

Os preços dos combustíveis dispararam em 2018, a política da Petrobras de acompanhar o mercado internacional de Petróleo trouxe um impacto negativo para a revenda. A cotação do Barril de Petróleo iniciou 2018 a U$67 e chegou em Outubro a U$87, o que somando a variação do dólar fez o mercado brasileiro ter a gasolina na bomba a R$5,50 o litro em alguns estados .

O governo ameaçava a revenda por menores preços, jogava a culpa como se fosse causada pelo empreendedor. O revendedor virou bandido para o político virar herói. A cotação do Brent no fim do ano fechou a U$53,03 e o preço dos combustíveis caíram fortemente nas bombas.

Essa grande variação no mercado em 2018, somado ao pedido de melhores condições de trabalho e benefícios levou à greve dos caminhoneiros, em maio. A categoria desligou seus motores, comprometendo os abastecimentos de combustíveis e, como consequência, diversos setores da economia foram afetados, como transporte público, itens básicos em supermercados, entre outros. Com greve, economia brasileira encolheu 3,34% em maio, a maior queda em 15 anos.

Em meio ao impacto das paralisações, o então CEO da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão do cargo, e o governo anunciou uma subvenção econômica à comercialização do combustível, mantendo as cotações do produto mais estáveis nas refinarias.

Já com o resultado das eleições presidenciais, a assessoria de imprensa do futuro ministro Paulo Guedes anunciou a indicação de Roberto Castello Branco como o novo presidente da Petrobras no futuro governo de Jair Bolsonaro. O futuro presidente já criticou os subsídios aos preços locais dos combustíveis, como é o caso do subsídio do diesel, um tema complexo, tanto político como econômico, uma vez que o desarme desse subsídio pode provocar reações indesejadas, haja visto o episódio da greve dos caminhoneiros.

Jair Bolsonaro fala também que não descarta a privatização da Petrobras e promete abrir à concorrência privada para baratear os preços.

Cade e ANP instituem Grupo de Trabalho para analisar mercado de combustíveis. Terá como objetivo analisar a estrutura do mercado de combustíveis, avaliar a implementação das medidas propostas pelo Cade para repensar o setor de combustíveis e a possibilidade de adoção permanente das medidas regulatórias excepcionais apresentadas pela ANP .
As propostas enviadas pelo CADE foram:

  • Permitir que distribuidora de gasolina ou refinaria tenha posto de gasolina.
  • Permitir que distribuidoras importem combustíveis.
  • Informar o nome do revendedor de combustível, quantos postos ele possui e suas outras marcas.
  • Aumentar a quantidade de informação sobre a comercialização de combustíveis.
  • Repensar a substituição tributária do ICMS.
  • Mudar a forma de cobrança de imposto do combustível.
  • Permitir postos com autoserviços.
  • Repensar as normas sobre o uso do espaço urbano.

A ANP concluiu que não existe impedimento para venda direta do etanol das usinas para postos. Segundo nota técnica da agência, não existem questões legais que travem a venda direta, desde que resolvida a questão tributária.
A decisão foi muito discutida já que os postos bandeira branca poderão comprar diretamente da Usina enquanto o posto bandeirado deve comprar da distribuidora, deixando-o ainda mais prejudicado em relação a condições comerciais de compra.

A medida só entrará em vigor, contudo, a partir da publicação pela ANP de uma resolução a respeito, o que só vai acontecer após decisão a ser tomada pelo Ministério da Fazenda sobre a arrecadação de impostos como PIS/Cofins e ICMS sobre o etanol, que hoje são arrecadados pelas distribuidoras.

O ano 2019 será marcado pela entrada de diversos players mundiais no mercado de combustíveis brasileiro:

  • A PetroChina, subsidiária da Companhia Nacional de Petróleo da China (CNPC), comprou 30% da TT Work, holding do grupo brasileiro Total com sede no Recife que ocupa o quinto lugar do País na distribuição de gasolina e o sexto em diesel.
  • Total Combustíveis agora se chama Petronac: a mudança faz parte da estratégia da expansão dos negócios da empresa, que em cinco anos espera estar presente em todos os estados brasileiros.
  • A Glencore, gigante de mineração suíça, negociou 78% da Alesat Distribuidora de Combustíveis. O negócio foi fechado por R$ 1,7 bilhão. O valor é menor do que os R$ 2,17 bilhões oferecidos pelo grupo Ultra, dono da Ipiranga, pela rede concorrente. Anunciado em junho de 2016, o negócio foi barrado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em agosto de 2017.
  • Francesa Total compra Zema Petróleo, com 280 postos. O grupo de petróleo, que tem receita anual de US$ 140 bilhões e é avaliado em US$ 150 bilhões na Bolsa de Nova York, fechou a compra da Zema Petróleo, depois de muito namorar esse segmento no Brasil.
  • Holandesa Vitol compra 50% da distribuidora de combustíveis Rodoil. Depois de tentar sem sucesso a compra da Alesat, a Vitol fechou um acordo para compra de 50% da distribuidora regional Rodoil. A negociação marca a entrada da multinacional de origem holandesa no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis.
  • A Rodoil anunciou a compra da Megapetro Petróleo Brasil, uma das principais distribuidoras de combustíveis do Rio Grande do Sul, em um negócio que deve aumentar seu número de postos em cerca de 30 por cento, para mais de 400 unidades de bandeira própria no Sul do país.

Guia de redução de custos para seu posto de combustível!


regime tributário

Qual regime de tributação escolher para 2019?

Uma decisão muito importante no planejamento financeiro de um posto de combustíveis é a escolha do regime de tributação. E isso deve ser escolhido logo, antes do início do próximo ano!

De acordo com a legislação vigente, um posto tem duas opções: lucro real ou lucro presumido. Já falamos desse tema aqui, mas não custa lembrar: no lucro real, você é tributado pela diferença entre as receitas e os custos/despesas, e no lucro presumido, por alíquotas aplicadas sobre uma base de cálculo.

Acontece que, independente da opção, ela é feita somente uma vez, ou seja, o regime escolhido valerá por todo o ano, e a mesma opção feita para o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), obrigatoriamente valerá para a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).

A empresa define qual a opção escolhida no momento do pagamento da primeira DARF do ano. Caso a opção seja pela tributação por Lucro Real, com apuração mensal, a primeira DARF tem vencimento no último dia útil de fevereiro. Caso opte pelo  Lucro Presumido, que tem apuração trimestral, o prazo é um pouco maior, vencendo a DARF no último dia útil de abril.

Discuta bem com seu contador ou consultor qual será a opção feita. Esta é uma das decisões mais importantes do início do ano e deve ser feita considerando todo o orçamento anual e suas expectativas de receitas e despesas.

Material Gratuito: Guia de Redução de Custos em Postos de Combustíveis