Em 2 de agosto, o Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica -, deu parecer contrário à compra da Rede Ale pela Ipiranga, segunda maior distribuidora de combustível do país. Com a fusão, a Ipiranga passaria a deter 25,8% de participação no mercado, o que foi levado em consideração para a negativa da fusão entre as empresas. Apesar de a Ipiranga continuar em segundo lugar, ficando atrás da BR-Petrobrás (que detém 29% do mercado), caso a fusão fosse permitida, o Cade alega que a fusão das empresas acarretaria um aumento no valor dos combustíveis na distribuição e na revenda.

Para o Conselho, além da elevação dos preços praticados, a compra da Ale pela Ipiranga também acarretaria uma maior participação da distribuidora no mercado, diminuindo assim o poder de concorrência das outras distribuidoras, dando margem assim ao chamado “cartel”: acordo entre empresas do mesmo ramo, para a prática de preços padronizados, prejudicando os consumidores.

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