Qualquer pessoa que tenha trabalhado com comércio 20 ou 10 anos atrás sabe que a nossa vida era inacreditavelmente mais simples, com base na lei da oferta e da procura. Quando um cliente entrava na loja de conveniência já tinha pensando ou decidido o que queria, ou precisava tanto do seu produto que ficava feliz só de encontrá-lo. Não existiam tantas ofertas e nem pesquisa on line. O básico sempre foi o essencial. Bons tempos!

Tanta tecnologia surgiu nesses últimos anos, aumentando a oferta de produtos e criando um novo perfil de cliente, que transformou o ofício de “vender” em tarefa suada. A concorrência não esta só no comércio da esquina, mas também na pista, porque o cliente pesquisa preços pelo celular. E isso tira qualquer um do prumo. Na ânsia de se destacar pelo serviço prestado, alguns gestores se perdem… complicando tanto a operação, que a equipe não consegue executar e nem o cliente entender.

Aprimorar a operação é uma tarefa louvável e desafiadora, mas ela só deve ser feita se for possível. Ter uma equipe que a execute bem, com padrão em todos os turnos é primordial e, isto só é possível com treinamento e supervisão.

Do lado oposto da inovação, está o estilo antiquado, conhecido como básico, e que está voltando, como aquela moda que sempre volta. Baseado na redução de despesas, este estilo prima pela execução do “básico bem feito” e tem como objetivo simplificar a operação e assim facilitar o trabalho, mesmo com uma equipe enxuta.

O estilo básico é baseado em quatro pilares racionais: limpeza, iluminação, padronização e abastecimento; e um emocional: atendimento. Juntos, estes 5 pontos balizam um bom comércio. Este estilo básico sempre foi o essencial.

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