No próximo dia 7, caso a disputa presidencial seja decidida em primeiro turno, escolheremos entre 12 opções, quem será o próximo, ou próxima Presidente da República. No mais tardar, esta escolha se dará no dia 21 de outubro. Não levando para um debate político, que não é o objetivo deste texto, precisamos saber quais são as propostas dos principais candidatos para uma das mais importantes questões para o brasileiro: o que esperar para o mercado de combustíveis?

Em maio deste ano, caminhoneiros de todo o país pararam, descontentes com inúmeros fatores, incluindo o preço do diesel, valor cobrado de fretes, entre outras questões, já tratadas no blog. Como consequência da paralisação, o então presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão do cargo e o governo Temer, para colocar fim à paralisação, “congelou” o preço do óleo diesel, prometeu o tabelamento de frete e amenizou, por um tempo, os ânimos dos grevistas.

E então, o que esperar para o mercado de combustíveis com a eleição do novo Presidente da República?

Abaixo, as propostas dos candidatos à presidência. O ClubPetro se apresenta imparcial à escolha de qualquer candidato, o que estamos levando para conhecimento dos nossos leitores, são as impressões e propostas dos candidatos, tendo como fontes os sites dos presidenciáveis e também os principais portais de notícias do país.

O que dizem os principais presidenciáveis sobre a Petrobras e o mercado de combustíveis?

Fernando Haddad (PT): o candidato do PT faz críticas à Política de Preços adotadas pela Petrobras, e afirma que retomará, caso eleito, às negociações com a empresa. Afirma que promoverá o diálogo com a Estatal e se diz contrário ao acordo firmado no governo Dilma, além da taxação de preços levando em consideração a cotação internacional, como fez Michel Temer.

Jair Bolsonaro (PSL): o candidato não descarta a privatização da Petrobras, caso a empresa não encontre uma solução para a questão de aumento nos preços dos combustíveis. O candidato afirma que, caso eleito, abrirá à concorrência privada para baratear os preços.

Ciro Gomes (PDT): o candidato admite uma reestruturação na gestão da Petrobras, transferindo todo a eficiência da empresa para interesse do povo brasileiro. Para o candidato, a política adotada pela estatal é equivocada e desrespeita sua estrutura de custos.

João Amoêdo (NOVO): defende a privatização da Petrobras. Aponta o aumento da concorrência como solução para o mercado, com preços mais baixos e produtos melhores.

Marina Silva (REDE): a candidata critica a atual política de preços adotada pela Petrobras e defende medidas para controle nos preços dos combustíveis, principalmente contra os repasses recorrentes dos reajustes ao consumidor final.

Para nós, revendedores, independente de qual será o resultado das eleições, o importante é que os governantes tenham uma atenção especial à questão dos combustíveis. E que, entre em pauta também, os valores cobrados dos impostos, que todos sabemos, são os principais entraves para o aumento das vendas e da lucratividade do revendedor, além de pesar em muito, no bolso do consumidor.

O ClubPetro está crescendo!

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